MAGAZINELUIZA

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

QUE VOZ É ESSA, QUE TUDO SE CALAM PARA OUVIR?

A voz do Senhor é poderosa; a voz do Senhor é cheia de majestade. Salmos 29:4

Você já ouviu a voz de Deus hoje?
Com certeza muito de nós acordamos hoje porque ouvimos algum tipo som, alguns suaves e agradáveis, outros tristes, outros ainda foram sons que jamais queríamos ouvir, alguns foram de suma importância, outros passaram despercebidos, alguns deixaram muitos com raiva, outros, muitos fizeram questão em guardar em sua mente por muito tempo, mais de todos os sons que ouvimos você consegue discernir se algum que veio de Deus?
Deus fala conosco todos os dias, de forma particular, ou ainda usa intermediários, Deus usa quem Ele quer, da forma que quiser, quando lhe convém, pois ele não esta dogmatizado com conceito humano, ou achismo, quando Deus fala toda a terra se cala. Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra. Habacuque 2:20, a voz do Senhor é clara, não deixa duvida nem causa dor, a voz do Senhor é concerto, advertência, é amor, Ele exalta quem Ele quer e humilha os que a si próprio exalta, quando Deus fala, aquele que o ouve rasga a alma em adoração.
Muitas vezes a voz de Deus ecoa dentro de nós, mais não conseguimos ouvi-lo, porque nosso coração está insensível, não há espaço para algo tão sublime, vivemos preocupados com as coisas do dia a dia, ansiosos como fazer o nosso amanha. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal. Mateus 6:34, fazemos mil planos para o futuro, eu vou ser isso, vou conseguir aquilo, vou te aquilo, mais acaso sabemos o que irá acontecer daqui a pouco? Louco! Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Lucas 12:20, Se os nossos sonhos e projetos não estiverem alicerçados em Deus, Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono. Salmos 127:2, antes de planejarmos qualquer coisa, precisamos atentar para o que Deus quer nos instruir, precisamos ouvir a voz de Deus, senão seremos como um tolo que edifica sua casa na areia, E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; Mateus 7:26, Deus fala conosco de diversas formas, até mesmo no tocar do vento sobre a nossa pele, talvez Ele esteja dizendo seja sensível a mim. No choro de uma criança a madrugada, Ele pode está querendo nos advertir. Vigiai e Orai, vosso adversário brama como leão querendo te tragar. Em um grito que surge do nada, quem sabe, se Ele não está dizendo, Desperta tu que dormes! A maneira de Deus é diferente da nossa e nem sempre é como pensamos, a mente de Deus é inatingível a nós. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? I Coríntios 2:16
Se você quer aprender a ouvir a voz de Deus e quer ter a certeza que Ele fala contigo, leia a bíblia! Através dela Deus fala conosco a qualquer instante. Nela está todas as instruções que precisamos para sermos sábios, conhecendo a palavra ninguém vai nos ludibriar com filosofia ou paradoxo de homens cheio de vazio. O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; Oséias 4:6, tenha o conhecimento quem vem dos altos Céus lá é onde reina o soberano aquele que tem todo o domínio sobre tudo. Porque o Senhor Altíssimo é tremendo, e Rei grande sobre toda a terra Salmos 47:2. Exaltado está o Senhor acima de todas as nações, e a sua glória sobre os céus. Salmos 113:4
Eu não sei o que você está querendo ouvir, Mas, neste momento o Senhor está falando contigo, vinde a mim todos que estás cansados e oprimidos e vos aliviarei, Ele está soprando ao teu coração, não temas se as tempestades da vida estão te assolando, Eu Sou o Senhor Teu Deus e já ordenei que aja bonança em tua vida, já passou a noite de choro, chegou o teu amanhecer de vitorias. Desde os céus o Senhor te fez ouvir a sua voz, para te ensinar, e sobre a terra te mostrou o seu grande fogo, e ouviste as suas palavras do meio do fogo. Deuteronômio 4:36, o fogo de Deus hoje vai arder dentro de você e vai destruir tudo que lhe aflige. Creia nisso! Dê um Gloria a Deus!

Pastora Elza Carvalho
Com o Compromisso exclusivo em Declarar a essência de Deus através da sua palavra.
Igreja Casa de Oração Essência de Deus – ICOED

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

OLHANDO SOMENTE PARA CRISTO!

Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Hebreus 12:2
Apesar de a visão ser o ponto principal para enxergarmos algo, existe diferença entre o olhar e o ver, não são poucas as vezes que estamos olhando algo mais não o vemos, porque o nossos olhos estão naquela direção mais nossas mentes está em outra dimensão, quantas vezes alguém já nos perguntou “está olhando para aonde?” isto porque formos pego com os olhos fixo em determinado lugar ou coisas, porém na verdade não estávamos vendo aquilo ali, o que a pessoa pensou que estivéssemos visto, não vimos, por que naquele momento estamos enxergando com a alma e não com os olhos. Eis ai um dos motivos de muitos julgamentos, As pessoas visualizaram por fora e não por dentro, viram a conveniências dos fatos, mais não viu de fato o nosso conveniente, precipitadamente fizeram os seus julgamentos. Por isso que, se quisermos da um bom exemplo, devemos ser sábios e olhamos sempre com as nossas almas, então, o que será visto em nós será o reflexo do que está por dentro, Porém se o intento que houver dentro de nós for mau, o que vai sobressair através dos nossos olhos serão trevas, a nossa visão ira revelar exatamente o que há em nossos corações. A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; Mateus 6:22. Se houver brilho através dos nossos olhos é porque dentro de nós existe preciosidade, veja uma montanha, se existir nela uma pedrinha que possua brilho e o reflexo do sol tocá-la, esta brilhará intensamente e todos que a olhem verão. Observe também nos jornais quando passa uma pessoa que matou outra, se o olhar dela não é tenebroso, muitos nem conseguem levantar as vistas, as densas trevas os aprisionam arrastando seus olhos para baixo, Isto porque a luz que deveria esta dentro dela foi ofuscada pela escuridão, E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. João 3:19, Jesus é a luz que veio ao mundo se seguirmos a Ele, seremos iguais aquela pedrinha, refletiremos seu brilho veementemente e todos que nos olharem verão o brilho de Cristo em nós. Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. João 12:46.
Muitos de nós somos tendenciosos a olharmos os defeitos alheios e esquecermo-nos dos nossos, isto tem levado muito para as trevas, por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Lucas 6:41, se atentássemos bem para a palavra de Deus iriamos saber que o único que não teve falhas foi Jesus, todos os homens comente erros, Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Romanos 3:23. Muitos de nós dizemos que seguimos a Cristo mais estamos olhando para os homens, quantas são as pessoas que se afastaram do evangelho usando elas as desculpas que foi por causas de erros que viram em outros, mais o engraçado que estes mesmo já repetiram que Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 8:39, acaso não era Jesus que eles estavam seguindo? Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Romanos 8:35, Jesus fez alguma coisa errada para eles se afastarem? Quando nos afastamos de alguém não é porque esta pessoa de alguma forma nos decepcionou? O que fez Jesus então, além de morrer por nós? Isto acontece porque apesar do olhar dessas pessoas estarem em direção a Jesus seus corações visualizam outras coisas, eles não enxergam que Jesus está na frente delas. Olham para onde não deviam, absorvem o que não deveriam, esqueceram que quem morreu por nós foi Jesus, não foi homem, esqueceram que aqui tudo passa que é necessário que muitas coisas aconteçam para cumprir-se a palavra de Deus, e para comprovarmos se de fato estamos seguindo a Jesus ou a homens, porque se estamos indo a uma igreja olhando para homens, Não há temor de Deus diante de seus olhos. Romanos 3:18, quando tiramos o nosso olhar da direção de Jesus e olhamos para as pessoas a tendências é desviarmos da palavra. Precisamos olhar, ver e enxerga apenas Jesus, Nele está tudo aquilo que precisamos para viver, Dele vem a esperança da nossa Salvação, por que por Ele temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele. Efésios 3:12, Jesus tem o domínio de todas as coisas, Nele está o principio e o fim a Ele devemos seguir, as suas palavras devemos ouvir, os seus olhos é quem nos ver realmente como somos. Ainda que teus olhos estejam neste mundo, enxergue e veja apenas o que é de Cristo, assim você vai resplandecer movido pelo reflexo Dele.
Pastora Elza Carvalho
Igreja Casa de Oração Essência de Deus – ICOED
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Os Adventistas do Sétimo Dia e a Doutrina da Trindade

O que criam na verdade os pioneiros do adventismo e porque mudaram
Quem conhece hoje os Adventistas do Sétimo Dia (doravante ASD), e tem contato com a literatura atual deles, jamais imagina que em algum momento da história deles como organização religiosa, eles não tenham abraçado da forma atual a doutrina da Santíssima Trindade.
Se você conversar hoje com pastores ASD, verá que eles serão enfáticos em dizer a você que crêem na Trindade e irão logo mostrar a literatura atual da IASD. Será que essa é a verdade sobre a doutrina deles? Será que eles sempre creram na Trindade, ou foi uma mudança para serem melhor vistos e menos rejeitados? Eles dirão que não, que Ellen G. White cria na Trindade. E tentarão fazer com que você acredite que sempre creram assim.
Essa, porém, não é a verdade. Eles mudaram radicalmente. Eles não criam desde o início assim como veremos, com provas. A doutrina da Trindade veio a ser oficialmente aceita e confessada nos círculos adventistas somente em 1980! E pesem na balança o fato de que tudo começou em 1844. Em 1863 eles se organizaram oficialmente. E porque só em 1980 a Trindade foi aceita? Não é algo estranho?
Isso se torna mais estranho ainda, quando Ellen G. White(doravante EGW) deixou o seguinte escrito como admoestação aos crentes ASD:
“Quando o homem vier para mudar um alfinete do fundamento que Deus estabeleceu por seu Espírito Santo, permita que os homens de idade que foram os pioneiros no nosso trabalho falem claramente, e permitam aqueles que estão mortos também falem, re-imprimindo os seus artigos em nossas revistas. Focalize os raios da divina luz que Deus tem dado, como Ele tem guiado seu povo passo a passo no caminho da verdade. Essa verdade prevalecerá no teste do tempo e da experiência” MS 62, 1905
Onde encontraremos segurança senão nas verdades que o Senhor nos deu nos últimos cinqüenta anos? Counsels to Writers and Editors, pág. 53.(escrito em 1903)
Percebem? Não devia ser mudado nada do que eles receberam por fundamento. EGW escreveu isso já bem idosa(ela morreu em 1915). Ou seja, não devia haver mudança no que foi ensinado.
Como ocorreu essa mudança então? Você deve estar perguntando como isso foi feito sem a anuência dela. Ocorre que havia um grupo que estava querendo mexer em algumas coisas. Mas eles, conhecendo sua profetisa, e também a posição dos pioneiros, não se atreveram a fazer algo, sem que eles já não constituíssem mais problemas, ou seja, tivessem morrido.
Alguém pode objetar: “Ora, mas será que eles (os pioneiros) eram tão radicais assim quanto à Trindade, a ponto dessas pessoas esperarem eles falecerem para propor mudanças?” Sim eram. Vamos dar uma olhada no que os pioneiros do movimento escreveram.
James White (ou Tiago White), marido de EGW, e três vezes presidente da Conferência Geral, órgão máximo na IASD se expressou nos seguintes termos:
“Eles tornarão seus ouvidos para longe da verdade e se voltarão para fábulas… aqui temos que mencionar a trindade, que contraria a personalidade de Deus e seu filho Jesus Cristo.” (artigo publicado em 1855 na Review and Herald, sob título “Preach the Word”)

J. N. Loughborough
Em resposta à pergunta: Qual objeção séria tem aí à doutrina da Trindade? Loughborough escreveu: “Existem muitas objeções que devemos enfatizar, mas devido ao nosso pequeno espaço devemos reduzir às 3 seguintes:
1. É contrária ao senso comum. (a trindade)
2. É contrária às Escrituras.
3. A sua origem é pagã e fantástica.”

R. F. Cottrell
Em um artigo sobre a Trindade, Cottrell escreve: “Para acreditar na doutrina da trindade não é mais que uma evidência do mal como a intoxicação do vinho com que as nações se embebedaram. O fato é que essa foi uma das principais doutrinas, senão a mais importante com que o bispo de Roma foi axaltado ao papado, o que não diz muito a seu favor.”
Bem, daí podemos tirar uma certeza: a Trindade não era uma das “verdades” que haviam sido dadas nos dias de EGW e dos pioneiros. Percebe-se portanto, que os pioneiros do adventismo eram semi-arianos.
Uma observação interessante, é que de 1889 até 1914, pode-se vasculhar todos os “Year Book” desse período que se verá claramente que não há qualquer menção da doutrina da Trindade.
A essa altura o leitor pode estar se perguntando como aconteceu mudança tão radical. Vamos a George R. Night, Professor de História da Igreja Adventista na Andrews University. Ele é autor do livro “Search for Identity”. Vejamos o que ele revela.
“Esta década(n.a.:1940) por exemplo, testemunhamos o esforço por parte de alguns em “limpar” e concertar a literatura e as publicações Adventistas. Três áreas ilustram essa tendência. A primeira preocupação era a Trindade. Como mostramos nos prévios capítulos, os Pioneiros Adventistas eram em grande parte anti-Trinitarianos e semi-arianos.” (pág. 152)
Interessante… Ele revela que por volta de 1940, ou seja após EGW, ter morrido, e também os principais pioneiros. Lembrem de que ela foi das últimas a morrer, sendo que tinha 17 anos em 1844. Os demais não eram tão moços. Uriah Smith mesmo morreu em 1903. Foi também em 1940, porque o filho de EGW havia morrido em 1937, e eles também temiam o testemunho dele, pois ele sabia do que a mãe cria e ensinava, e certamente não permitiria alterações nos livros dela a esse respeito.
Ele também revela no livro, que as obras de Uriah Smith foram tiradas de circulação do meio adventista(somente os adventistas do movimento de reforma ainda publicam algumas coisas dele) porque ele escreveu coisas assim: “Deus unicamente é sem um começo. Na mais remota época como um começo poderia ser, – um período tão remoto que para as mentes infinitas é essencialmente a eternidade, – surgiu a PALAVRA.” ( Parafraseando Jesus em João 1:1)
Mas ainda que alguns livros dele continuassem a circular, sabe-se que declarações desse teor foram censuradas.
Mais uma coisa interessante para fundamentar isso é o testemunho do marido de EGW na Review and Herald de 7 de Fevereiro de 1856, que por sinal era a maior(e porque não, única) revista adventista da época:
“A grande falta da Reforma foi que os reformadores pararam de reformar. Se tivessem levado avante, não teriam deixado nenhum vestígio do papado atrás, tal como a natural imortalidade, batismo por aspersão, a trindade, a guarda do domingo, e a igreja agora estaria livre de erros escriturísticos.”
O redator dessa revista era Urias Smith e os editores correspondentes: J.N.Andrews, James White, J.H.Waggoner, R.F.Cottrell e Stephen Pierce. A publicadora deles era em Battle Creek, Michigam. Percebam portanto que se tratava não somente da voz e opinião de Tiago White, mas de todos os pioneiros como vimos. Como estávamos vendo essa mudança começou somente após as pessoas que pudessem contestá-la morrerem.
Porque essa mudança aconteceu? Se EGW escreveu que nem um alfinete deveria ser mudado? O motivo era simples. Queriam parar de serem vistos como uma seita herética, à semelhança dos Testemunhas de Jeová. Com o detalhe de que os TJ´s saíram do adventismo. Portanto, a posição de Russel quanto a Trindade era normal no seio ASD. Mas a liderança posterior do movimento não estava mais disposta a ser mal-vista pelo mundo cristão. Precisavam fazer uma média, uma concessão para que as pessoas tivessem menos aversão a seus ensinos.
Mas ainda faltava um posicionamento oficial. E isso eles fizeram em 1980. Pois isso só pode ser feito numa reunião de Conferência Geral(órgão máximo da IASD). Em 1980 na assembléia da Conferência Geral de Dallas no Texas, apresentaram o livro das 27 doutrinas ASD(Nisto Cremos, Casa Publicadora Brasileira) já com a Trindade incluída como se tivesse sido sempre assim que eles creram.
Isso é uma falsidade! Somente pelo fato de quererem parecer mais “inofensivos” à comunidade evangélica, mudam grosseiramente a doutrina e querem que nós creiamos que sempre foi assim. E isso não é verdade! Querem que creiamos nisso, para que o adventismo seja menos repulsivo ao povo evangélico de forma geral. Para que eles tenham maior circulação em nosso meio. Não permitamos tal coisa! Se confrontados com essa verdade, eles virão a você dizendo que a luz e a revelação de Deus vêm de forma gradual!
Você deve estar se perguntando como algo dessa proporção passou em branco para a comunidade ASD no mundo. Realmente é digno de nota. Muitos ASD têm se levantado contra isso. E isso tem dado uma discussão e tanto… E tem se dado um embate absurdo entre adventistas que querem manter o que os pioneiros do adventismo criam e a liderança da IASD. A conseqüência, é que está havendo um racha no meio adventista por causa disso. Até mesmo existe um site na internet feito por dissidentes que tem por unico objetivo provar que a doutrina da Trindade não fazia parte das doutrinas dos pioneiros. Lembrem-se que as seitas não admitem ser questionadas por nada, quanto mais por mudanças em suas crenças. E isso tem acontecido no seio da IASD.
Uma perguntinha: como a Igreja Adventista pode proclamar que é a igreja remanescente, se por mais de 80 anos, o movimento não acreditava oficialmente na doutrina da Trindade? Se a igreja IASD era realmente a igreja remanescente, porque demorou tanto para oficialmente fazer da Trindade uma Crença Fundamental, embora declarem que Ellen White sempre acreditou na Trindade? É algo para se pensar…
E como Deus pode ter sido a fonte das revelações e sonhos da Sra White, sendo que eles negavam frontalmente a doutrina da Trindade?? Foi Deus mesmo que a inspirou?? Deus contraria sua Palavra? Fica aí uma questão em aberto. Se EGW negava, como vimos, a Trindade, como pode ter sido Deus quem a inspirou nos seus sonhos e revelações? Se é por demais contraditório o fato de Deus inspirar uma profetisa e um movimento que o nega em sua essência, então quem inspirou-os?? Que o leitor faça o devido julgamento


*Juliana Fragetti Ribeiro Lima é ex-Adventista. Convertida ao evangelho há 5 anos, é ceramista e dedica-se à Teologia e em especial à apologética, com o objetivo de trazer a público a verdade sobre o adventismo.

DEUS TEM UM PLANO EM TUA VIDA!

Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor, Efésios 3:11
Todos nós desejamos de ser diferente, sermos pessoas melhores do que somos, almejamos chegar a patamar elevado, sonhamos em galgar degraus de vitorias. Não importa a etnia, linhagem ou crença, estamos sempre conjecturando viver além do que vivemos, por isso sonhamos, pensamos, fazemos planos e projetos, algo que nos dê substancia para acreditarmos em nossa capacidade, alguma coisa que nos leve a superar os nossos limites. Somos assim porque fomos criados por aquele que tudo sabe, tudo entende, tudo ver, tudo pode, Deus. Senhor, ninguém há como tu, e não há Deus fora de ti, segundo tudo quanto ouvimos com os nossos ouvidos. 1 Crônicas 17:20, de alguma forma trazemos dentro de nós o anseio de imitá-lo, mesmo que inconscientemente. Veja se não existe em cada ser humano o desejo de criar algo insuperável, algo que fique na historia, alguma coisa que perdure por muitas gerações? É exatamente porque o nosso criador fez algo inigualável, algo que todos curvam-se diante de tamanha perfeição. No princípio criou Deus o céu e a terra. Gênesis 1:1, Deus é o supremo criador, ainda que alguns não admitam. Eu, sinto muito por esses, pois estou convicta que serão sempre frustrados, nunca eles poderão provar a inexistência de Deus. Porque Deus é Real e Tremendo magnifico em seus feitos e incomparável em suas obras. E demonstrar a todos qual seja a comunhão do mistério, que desde os séculos esteve oculto em Deus, que tudo criou por meio de Jesus Cristo; Efésios 3:9.
Entretanto, temos que saber diferenciar do sonhar com a realidade do viver em utopia, aquele que sonha na realidade são guerreiros, estes apenas visualizam seu amanhã conscientes que terão que lutar para conseguir, que não será fácil, mais eles crerem que serão capazes, e determinam que irá ter êxito e de fato terão, porque Deus honra a sua palavra, No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. Gênesis 3:19, mais aqueles que vivem de utopia eu os chamo de covardes, são quero-quero sem nada ter, não lutam, não busca, parece que suas mentes são de isopor vivem flutuando, estes sempre voltam por achar que tudo é muito difícil, estes mesmo se sentenciam perdedores, não vou conseguir. São incapazes de guerrear, tem sempre uma desculpa para justificar seus fracassos. Deus deu a todos os homens talentos e dons, Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, e deu dons aos homens. Efésios 4:8, todos tem a capacidade de vencer, mais, só vencem quem luta, porque muitos esqueceram se da ordem de Deus, e esperar cair do céu.
Mas, melhor que tudo na vida é confiar em Deus, crê que Ele tem o melhor para nós. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará. Salmos 37:5, podemos ter os maiores e melhores sonhos, porém se não estivermos debaixo do agir de Deus, sempre faltará algo em nossas vidas, só seremos verdadeiramente completo quando a essência de Deus começar a fluir dentro de nós, pois existe a necessidade dentro de todos nós de um relacionamento com Deus, lá no profundo do nosso ser, onde ninguém pode ver ou perceber acontece algo que não podemos explicar, que por mais que tenhamos tudo ainda falta alguma coisa, isto é a ausência de Deus, pois somos feitos das suas mãos, necessitamos sempre do seu retoque para continuarmos funcionando perfeitamente, eis a precisão que anela o nosso ser, sentir a presença de Deus. Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33, Podemos fazer coisas extraordinárias diante dos homens, mais se Deus não estiver conosco sempre existirá um vazio, Muitos propósitos há no coração do homem, porém o conselho do Senhor permanecerá. Provérbios 19:21, Não importa a sua estirpe, Deus tem um plano para você, Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos. Provérbios 16:3 O Proposito de Deus é que tenhamos comunhão com Ele, através na nossa fé em seu filho Jesus, só assim então em todas as coisas seremos mais que vencedores.

Pra. Elza Carvalho
Igreja Casa de Oração Essência de Deus – ICOED
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Os sabatistas nada fazem no sábado?

OS SABATISTAS defendem a guarda do sábado com muita energia e convicção. O sábado é tema principal de seus trabalhos de evangelização. Dizem que o cumprimento do quarto mandamento é necessário à salvação. Mas há controvérsias. Enquanto a “profetiza” Ellen G. White declara que os que substituem o sábado pelo domingo são seguidores do papado e possuem a marca da besta, o Doutor Samuele Bacchiocchi (1938-2008), teólogo adventista, Ph.D., que foi professor de História da Igreja e de Teologia, na Universidade Andrews, considerado um gigante da erudição bíblica, declarou no último parágrafo do seu livro “Do Sábado para o Domingo”, o seguinte:
“Poderíamos dizer, portanto, que Paulo rejeitava o sábado como meio de salvação [grifo acrescentado], mas aceitava-o como sombra apontando para a substância que pertence a Cristo”. (01)
Controvérsias à parte, vejamos o enunciado do mandamento sobre o sétimo dia:
“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás NENHUMA OBRA, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro que está dentro das tuas portas” (Êx 20.8-10).
Vejamos quais são as obras que não devem ser feitas, como diz o mandamento, e qual o castigo correspondente:
“Aquele que profanar o sábado certamente morrerá, porque qualquer que nele fizer ALGUMA OBRA aquela alma será extirpada do meio do seu povo” (Êx 31.14). “Qualquer que no dia do sábado fizer obra, certamente morrerá” (v.15).
“Que ninguém saia do seu lugar no sétimo dia” (Êx 16.29). “Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o; e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobejar ponde em guarda para vós até amanhã” (Ex 16.23). “Todo aquele que fizer obra [no sábado] morrerá”; “Não acendereis fogo em nenhuma das vossas moradas” (Êx 35.2-3).
“Guardai a vossa alma e não tragais cargas no dia de sábado, nem as introduzais pelas portas de Jerusalém, nem tireis cargas de vossas casas no dia de sábado, NEM FAÇAIS OBRA ALGUMA” (Jr 17.21-22).
“Acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado. Disse o Senhor a Moisés: Certamente morrerá o tal homem. Então, toda a congregação o tirou para fora do arraial, e com pedras o apedrejaram, e morreu, como o Senhor ordenara a Moisés” (Nm 15.32-36).
Os sabatistas observam totalmente as diretrizes acima? Ou transgridem a lei e ficam sujeitos ao castigo correspondente? É verdade que não viajam, não dirigem seus veículos, não fazem qualquer tipo de comida em suas casas e também não se alimentam em restaurantes, não passeiam com suas família e não trabalham na internet? É verdade que NADA fazem no sábado, conforme está no mandamento?
Eu já desconfiava que alguns não guardavam o sábado de acordo com as ordenanças do Antigo Concerto. Minha desconfiança tinha razão de ser. Recebi uma mensagem de e-mail escrita por um adventista no dia cinco de fevereiro de 2011, um sábado. Pedi-lhe que me explicasse o que pode e o que não pode um adventista fazer no dia santo. Ele não retornou.
O trabalho na internet viola o Quarto Mandamento: “Não farás NENHUMA OBRA” (Êx 20.8-10). O sabatista não deveria exercer QUALQUER tipo de atividade. A ordem é: “Não façais obra alguma”. Os sabatistas cumprem ou não cumprem o mandamento? E o que acontecerá com o sabatista que violar o sábado, por exemplo, com aquele que trabalhar na internet, viajar no sábado, varrer a casa, cuidar do jardim, passear, comer em restaurantes, acender o gás da cozinha para o café da manhã?
Os violadores serão apedrejados? Não? Por que? Recorrerão à graça abundante da Nova Aliança para se livrarem da morte? Buscarão o perdão das Boas Novas para fugirem ao castigo da severa lei? Relembremos o que diz a Bíblia para compreendermos por que o cristão não guarda o sábado:
(01) “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça” (Rm 6.14). “Agora, estamos livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra” (Rm 7.6).
(02) “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte” (Rm 8.1-2).
(03) “Pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé” (Gl 3.11). “De maneira que a lei nos serviu de aio [aio ou tutor: uma pessoa que conduz uma criança] para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados; mas, depois que a fé veio já não estamos debaixo de aio” (vv. 24-25).
(04) “Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gl 4.4-5).
(05) “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl 2.14).
(06) “Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou, e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus” (Hb 7.19). “A lei do AT era imperfeita porque não podia comunicar vida divina, nem o poder de cumprir suas exigências, nem oferecia acesso perfeito e completo a Deus” (Comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal).
(07) “Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente… que está confirmado em melhores promessas; porque se aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para o segundo” (Hb 8.6-7).
Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa

Referência:
(01) Link do livro de Sábado para o Domingo, de Samuele Bacchiocchi:
http://setimodia.wordpress.com/2008/12/12/livro-do-sabado-para-o-domingo/
Vídeos e artigos sobre o assunto: www.palavradaverdade.com
Vídeo correspondente: http://www.youtube.com/watch?v=DTBuDbqqgws 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

FALSAS RELIGIÕES

Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2ª Pedro 2.1-3).
Por causa do vazio que sentem em suas almas, as pessoas continuam à procura de Deus. Procuram-no nas religiões, nas igrejas, nas seitas e nas chamadas “ciências” ocultas.
As pessoas têm o direito de professar a religião de sua escolha. A tolerância religiosa é extensiva a

sábado, 17 de agosto de 2013

Gosto Do Que Faço -- Sou Feliz

"todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação" (Habacuque 3:18).

"O Segredo para viver feliz não está em fazer o que você gosta e sim em gostar do que você faz."

O grande causador de infelicidade é o fato de estarmos sempre querendo isso e aquilo, não nos conformando em não obter sucesso nas tentativas. Se desejamos alguma coisa e não conseguimos, vivemos de cabeça baixa, desanimados, frustrados, derrotados. Seria muito melhor colocarmos a vida
no altar do Senhor e dizer: "estarei feliz com tudo que me der". Se for pouco, ficaremos alegres; se for muito, ficaremos mais alegres ainda. E nossos dias serão coloridos e agradáveis em qualquer circunstância.
Lutar para alcançar mais dinheiro, para conquistar mais sucesso, para realizar mais sonhos, não é pecado. Murmurar por não conseguir é que é. Nem sempre o muito que desejamos nos garantirá a felicidade. Deus tem o melhor para nós e sabe até que ponto podemos seguir firmes, sem perder a
comunhão com ele. O muito sem Deus não é nada. O melhor será sempre "ficar em Sua presença" onde encontraremos bênçãos para sempre.
Quando gostamos do que fazemos, somos felizes. Quando entendemos a importância do amor do Senhor em nossos corações, somos felizes. Quando aprendemos a olhar para o alto em todos os momentos de decisão, somos felizes. Quando nos deitamos à noite e dizemos a Deus: "Obrigado por esse dia", somos muito felizes.
Eu gosto do que faço -- proclamar a Palavra de Deus -- e, por isso, sou feliz. Os anos em que tenho servido ao Senhor foram de verdadeira felicidade. Foram esses anos livres de problemas, de lutas e de sofrimentos? Claro que não! 
Enfrentei adversidades enormes -- especialmente a cegueira e a perda de minha esposa -- mas a alegria de estar fazendo a vontade do Senhor Jesus me sustentou e me animou para continuar e, durante todo esse tempo, tenho colhido os frutos do amor de Deus através de meu trabalho missionário.
Glórias a Deus!
Se o que faço vem de Deus, eu gosto. Se eu gosto, sou feliz.

Paulo Roberto Barbosa
http://www.ministeriopararefletir.com

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

FERIDAS? JESUS É O NARDO SARADOR!

E, estando ele em Betânia, assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher, que trazia um vaso de alabastro, com ungüento de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça. Marcos 14:3

Neste versículo podemos conhecer duas historias fantástica, historias onde o amor e a gratidão tem total domínio, o amor de Jesus para um desprezado e a gratidão de uma mulher por um amor tão magnifico.
Jesus estava com alguém que era excluído da sociedade, porque na época uma pessoa leprosa era afastada do convívio social, Jesus não apenas estava perto, mais estava à mesa com ele, um relacionamento de intimidade. Se Jesus estava ali na mesa, creio que já teria saído um chazinho, um cafezinho, algum tipo de refeição, Jesus estava degustando com alguém que precisava. Com certeza o melhor alimento quem estava servindo, foi Jesus, o banquete do céu. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. João 6:35. Quem come deste pão é saciado para a vida eterna, então Simão estava comendo o melhor, não apenas a sua cura mais também a salvação. Simão para muitos que se diziam “bons” seria um tipo de repelente, quanto mais longe melhor, as pessoas viam apenas o corpo asqueroso daquele homem, Jesus olhou para o seu coração abatido. O coração desprezado e constrangido de Simão atraiu o doce olhar de Jesus, isto os fez íntimos. Havia algo em Jesus que cativava as pessoas, não importava a condição delas, quem de fato o conhecia desejava está por perto, havia gratidão nos corações, por tão preciosa companhia.
Vejamos está mulher: com certeza ela era conhecida da família, quem sabe se outrora, ela já não teria ajudado aquele homem, o coração dela, nobre, era complacente com a situação Simão, isto demonstra pelo jeito que ela entrou na casa. Aquela mulher trazia consigo algo especial para lançar sobre Jesus. Acredito que o melhor dela, já havia sido oferecido a Jesus, que era a sua própria vida, ela agora tinha um grande apreço por Jesus, seu coração estava desprendido daquilo que muitos achavam valoroso, aquilo que para outros custava caro, para quem ela iria ofertar nada era, diante do que Ele havia feito. Ela era uma pessoa cuja alma exalava gratidão, por isso tão nobre e valioso quanto sua oferta, era o seu coração. Muitos ali, até mesmo dos que estavam na mesa acharam que era desperdício aquele ato, mais agente só dá o que tem de melhor. A bíblia diz que o que a mulher trouxe não havia mistura, era puro, o mais raro. A transformação que o toque de Jesus causou na vida daquela mulher, a fez tomar uma atitude que muito dos seus seguidores não fizeram. Aquele nardo era a mais preciosa planta de então, extrai-se dela uma essência inigualável, um óleo finíssimo que servia para curar e perfumar.
Dê o seu melhor para Deus. O que você tem de mais precioso, que nada pode comprar. Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus. I Coríntios 6:20, entregue a tua vida a Deus. Jesus é o único que tem condição para compra-la, foi Ele quem pagou alto preço na cruz do calvário. Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado. I Pedro 1:18-19. Permita que o perfume de Jesus adentre no teu ser.
Essa mulher não precisou está sentada na mesa para reconhecer o Senhorio de Jesus, reconheça você também, entregue tua vida com incenso suave diante de Deus, se quebre nos pés dele, se derrame diante dele. Talvez você não esteja leproso, mais tem outro tipo de enfermidade, no corpo, na alma ou no espirito, Jesus hoje que assentar-se na tua mesa, mudar a tua historia, Ele que lanchar contigo.
EU NÃO SEI QUEM É VOCÊ, não sei onde é que você está agora, qual é a situação da tua vida: cansado, sobrecarregado, ferido, doente, desprezado, triste, amargurado, eu estou aqui como aquela mulher e vaso de alabastro que trago até você é a palavra, o meu nardo é Jesus, o meu desejo é derrama-lo sobre a tua cabeça neste momento, sinta a unção dele agora, sinta o aroma dele encher o lugar onde você está, sinta a essência dele inundar a tua vida e todos a tua volta.

Pra. Elza Carvalho
Igreja Casa de Oração Essência de Deus – ICOED

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

IGREJA ADVENTISTA

Não podemos pensar na origem dos “sabatistas” sem recordar os conflitos entre o apóstolo Paulo e os judaizantes. A luta entre o legalismo e o evangelho da graça de Deus é antiga e continua em tempos modernos no vigoroso programa dos Adventistas do Sétimo Dia. O sabatismo é uma seita perigosa que mistura muitas verdades bíblicas com erros tremendos no que se refere às doutrinas cristãs.

I. A ORIGEM DO ADVENTISMO
Guilherme Miller, o fundador do sabatismo, nasceu em 1782 em Massachussetts, EUA, numa família batista. Era um fazendeiro religioso, pouco instruído, porém, convertido. A partir de 1818, ele começou a ensinar a volta de Cristo, divulgando suas “doutrinas escatológicas” e atraindo após is grande número de adeptos. Miller faleceu em 1849, mas deixou as bases para seus seguidores fundarem o Adventismo.
Guilherme Miller que era pastor batista nos estado de Nova York, Estados Unidos, dedicou-se ao estudo detalhado das Escrituras proféticas e à pregação deste assunto, lendo Daniel 8.14 que diz: “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”. Então o pastor Miller passou a fazer uma grande confusão sobre a segunda vinda de Cristo com base neste versículo.
Calculando que cada um dos 2.300 dias representava um ano, Miller tomou o regresso de Esdras do cativeiro, no ano 457 antes de Cristo, como ponto de partida para o cálculo de que Cristo voltaria à terra, em pessoa , no ano de 1843.
Seu entusiasmo foi tão real que venderam todos os bens, antes da vinda do suposto “grande dia”. Numa noite iluminada pelas estrelas acamparam-se os fiéis nas montanhas Gatskills em Nova York, a espera do Salvador. Como nada aconteceu, resolutamente ele deu a explicação que um simples erro matemático em seus cálculos, poderia ter adiantado a data da espera. Renovou a promessa para 22 de outubro de 1844, quando nessa nova ocasião compareceram quase 50 mil pessoas. Miller mais uma vez fez um novo cálculo segundo o qual Cristo voltaria no dia 22 de Outubro daquele mesmo ano; porém teve mais uma frustração, essa previsão falhou mais uma vez.
Não podendo mais conquistar o povo, devido às suas falhas, retratou-se publicamente, admitindo seus erros proféticos.
Embora Miller tenha reconhecido o seu erro em marcar o dia da volta de Cristo pela interpretação da profecia, nem todos os seus seguidores estavam disposto a abandonar essa mensagem. Dos muitos grupos que haviam seguido, três se uniram para formar uma nova igreja baseada numa nova interpretação da mensagem de Miller. Esta nova interpretação surgiu duma “revelação” de Hiram Edson, fervoroso discípulo e amigo de Miller. Segundo Edson, Miller não estava equivocado em relação à data da vinda de Cristo, mas sim em relação ao local. Disse ele que na data profetizada por Miller, Cristo havia entrado no santuário celestial, não no terrenal, para fazer uma obra de purificação.
Porém, Guilherme Miller não aceitou essa interpretação nem seguiu ao novo movimento. Quanto a isto ele mesmo escreveu: “Não tenho confiança alguma nas novas teorias que surgiram no movimento; isto é, que Cristo veio como Noivo, e que a porta da graça foi fechada; e quem em seguida a sétima trombeta tocou, ou que foi de algum modo o cumprimento da profecia da sua vinda” (A história da mensagem Adventista, pg. 142).
Até o fim dos seus dias, em 20 de dezembro de 1849, com seus sessenta e oito anos, Miller permaneceu como cristão humilde e consagrado. Ele morreu na fé e na esperança de estar em breve com o Senhor.
Como podemos ver, os adventistas do sétimo dia estão ligados a Miller, que deu origem ao adventismo. No livro Fundadores da mensagem, no capítulo que fala de sua biografia, William Miller é tratado como o “pai do movimento adventista”.
Mas os seguidores de Miller não quiseram aceitar sua interpretação de Daniel 8.14. Então, surgiu Hiram Edson, um amigo de Miller, que disse ter tido uma “revelação”. “Vi distinta e claramente que o nosso sumo sacerdote, em vez de sair do lugar santo do santuário celeste, para vir à terra, entrava naquele dia pela primeira vez no segundo compartimento do santuário e tinha uma obra a realizar no lugar santíssimo antes de voltar à terra [Administração da igreja, p. 20, CPB]. Nela compreendeu que Miller não estava equivocado em relação a data, mas sim em relação ao local. Edson partilhou com outros membros de seu grupo as “boas novas” e outros dois grupos se uniram a essa “nova revelação” um dirigido por Joseph Bates e outro dirigido por Ellen G. White.
Dos três grupos que apoiavam Hiram Edson na sua nova “revelação”, dois deles deram contribuição para a formação da seita hoje conhecida como “Adventismo do Sétimo dia”.
O primeiro grupo era dirigido por Joseph Bates. Este dava ênfase na observância do Sábado em vez do Domingo. O segundo grupo da muita ênfase as manifestações do Espírito Santo, particularmente ao dom de profecia: e tinha entre seus membros a senhorita Helem Harmon, mais tarde passou a se chamar Ellen Gould White, esposa de James White.
Proclamou-se ela própria profetiza e passou a reconstruir o movimento adventista com base nas profecias que vinham diretamente de Deus. Intitulou-se a “Mensageira do Senhor”, cruzando os dias perturbados do fanatismo religioso, da adivinhação teológica sem base, com o fracasso de 1844. Através da Bíblia compreendemos que tais profetas são loucos (Ez 13.3-6).
Depunha ela que sofrera um acidente com grave ferimento na cabeça. O médico particular Dr. Russel, em 1869, escreveu que as visões da Sra. Ellen originavam-se de perturbações mentais, resultado da condição doentia do cérebro com abalo da sensibilidade total do sistema nervoso.
Contudo sabemos da insistência que suas idéias eram inspiradas por Deus. Dizia: “Meus livros, são verdade e justiça, negar-lhes seria negar o Espírito Santo”.
A Bíblia dá-nos o direito de julgar (1ª Jo 4.1) quanto ao procedimento de visões que não condiz com as Escrituras.
Um dos aspectos dos Adventistas do Sétimo Dia é a falta de franqueza e sinceridade. Para eles as doutrinas da Srª White, estão acima dos ensinos do apóstolo Paulo. Em partes crêem na Bíblia e em partes eles a refutam.
O programa “A voz da Profecia” é tão bem arranjado, que o ouvinte numa primeira audição pensaria estar ouvindo um programa evangélico. Ao término de cada transmissão, oferecem Estudos Bíblicos para fazer em casa. No início as lições são até razoáveis, mas depois surge a caracterização adventista.
O que está errado no adventismo? Por que eles têm o espírito enganador? É fácil. O sistema foi construído sobre mentira, edificado sobre mentiras. Está caracterizado como religião não evangélica.
Os adventistas já usaram através dos tempos inúmeros títulos para sua seita, que atualmente chama-se: igreja Adventista do Sétimo dia, conhecida como Sabatistas ou Sabatismo. A verdadeira igreja de Cristo não está fundamentada no Sábado (Mc 2.28), e sim em Cristo (Mt 16.18).

II. IGREJA REMANESCENTE
O que significa este título? No livro Subtileza do erro (Pg.21-31), encontra-se a seguinte explicação: “O espírito de profecia é o que, segundo as Escrituras, a par com a guarda dos mandamentos de Deus, seria o característico da igreja remanescente. Comparar Apocalipse 12.17 e 19.10. Este dom consiste essencialmente em dar ao povo de Deus mensagens diretas e especificas […]. Os testemunhos orais ou escritos da Sra. White preenchem plenamente este requisito, no fundo e na forma. Tudo quanto disse, escreve, foi puro, elevado, cientificamente correto e profeticamente exato”.
Como poderíamos provar que tudo o que a Sra. White escreveu “foi puro, elevado, cientificamente correto e profeticamente exato”?

1. Testando Ellen White.
Suas obras, vemos que ela escreveu muito. “Calcula-se que tenha escrito cerca de 25 milhões de palavras. Dos seus 88 anos de vida, 71 foram dedicados à obra de Deus [ICP].


Vejamos algumas profecias e ensinos da Sra. White:
A. “Por algum tempo, depois da decepção de 1844, mantive, como o corpo do advento, que a porta da graça estava para sempre fechada para o mundo” [Mensagens escolhidas, p. 63, 1985, CPB].
Refutação: Como podemos ver, uma declaração equivocada sobre um assunto que envolve tão grande responsabilidade. É como se nós saíssemos por aí proclamando que, no próximo ano, Jesus estaria chegando à Terra. A porta da graça continua aberta até hoje (Is 55.7; 2ª Co 6.2; Tt 2.11-13).

B. “Quando a Inglaterra declara guerra, todas as nações terão seu próprio interesse em acudir, e haverá guerra geral” [sutileza do erro, p. 42, 1ª ed., CPB].
Refutação: Ela usou o verbo no futuro do presente: “haverá”, e não no futuro do pretérito: “haveria”. Mas não nunca houve.

C. Logo ouvimos a voz de Deus, semelhante a muitas águas, a qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus […]. “Ao declarar Deus a hora, verteu sobre nós o Espírito Santo e nosso rosto brilhou com o esplendor da glória de Deus, como aconteceu com Moisés, na descida do Monte Sinai” [primeiros escritos, p. 15, 1967, CPB].
Refutação: O próprio Jesus desconhecia o dia da sua volta, mas a Sra. White disse que sabia. Quando pressionada por seus oponentes sobre a hora em que se daria o evento, informou: “Ouvi a hora proclamada, mas não tinha lembrança alguma daquela hora depois que saí da visão” [Mensagens escolhidas, p. 76, 1985, CPB].
“Certas revelações” extra-biblicas, não devem ser consideradas de Deus. Deus não pode se contradizer na Sua Palavra. Então, o que podemos notar é, que a Sra. Ellen foi além das palavras do Senhor Jesus: “Porém daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu nem o Filho, mas unicamente meu Pai” (Mt 24.36).

D. “Foi me mostrado o grupo presente à assembléia. Disse o anjo: ‘alguns, pastos para os vermes, alguns sujeitos às sete últimas pragas, alguns estavam vivos e permanecerão na terra, para serem transladado por ocasião da vinda de Jesus’” [O testemunho de Jesus, p. 108].
Resposta apologética:
A profecia acima foi proferida em uma reunião, de manhã cedo, em Battle Greek, Michigan, e, 1856. De lá para cá, já se passaram 147 anos. Será que ainda existe alguém vivo, daquela reunião, esperando a volta de Cristo?
Ora, se a Igreja Adventista do Sétimo Dia pretende ser a Igreja remanescente, por que alega possuir um ministério profético pela instrumentalidade da Sra. White? Por que insiste em se caracterizar na Igreja dos últimos dias se nenhuma das profecias da Sra. White se cumpriu? Diante disso, o que poderíamos dizer da Igreja Adventista do Sétimos Dia? Que não é uma igreja verdadeira. Que não é aquilo que alega ser: a única Igreja que está na brecha, reparando as rupturas doutrinárias da apostasia. E temos autoridade bíblica para afirmar isso: Dt 18.20-22; Jr 14.14, 28.1-3, 15-17; Ez 13.1-6.
Além das falsas profecias, esta igreja não é verdadeira porque seus adeptos colocam a autoridade da Sra. White em pé de igualdade com a própria Bíblia. E é justamente isso que caracteriza uma seita.

2. Visões extra-bíblica.
“Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildemente e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuado, sem motivo algum, na sua mente carnal” (Cl 2.18).
“Árbitro” (no gr. katabrabeuo), significa ato de decidir contra alguém; defraudar ou enganar sobre o prêmio da vitória; privar da salvação.
“Falsa humildade” (no gr. tapeinophrosune), significa usar de uma falsa humildade para repassar seus ensinos heréticos; uma falsa religiosidade.
“Culto dos anjos”. Reverenciar, adorar, cultuar. Aqui devemos ter um cuidado especial, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz (2ª Co 11.14). Sendo assim ele não traz a verdade, porque ele é o pai da mentira (Jo 8.44). A mentira é uma destacada característica do diabo. Ele é a fonte geradora de toda a falsidade (Gn 3.1-6; At 5.3; 2ª Ts 2.9-11; Ap 12.9). É um pecado totalmente contrário à mente de Deus, que é a verdade (Ap 19.11). A indiferença com o pecado da mentira e engano é um dos sintomas mais claros da impiedade de uma pessoa. Tal pessoa ainda não nasceu do Espírito (Jo 3.6) e está sob a influência de Satanás, como seu pai. Alegar ter comunhão com Cristo e ter salvação sem, porém, viver e falar de acordo com a verdade, é estar enganado (1ª Jo 1.6). Quem não tem a verdade, revela a real contradição do seu coração (mente carnal). Os tais se opõem a Deus e permanecem fora do reino dos céus (Ap 21.8, 27); 22.15; Ap 14.5). O mentiroso pertence a sinagoga de Satanás (Ap 3.9).
Falsas revelações, visões, sonhos como se Deus estivesse lhes revelando. Toda a revelação que vai contra a Palavra é uma falsa revelação, ou seja, da mente humana, ou do próprio diabo.
Enfatuado (no gr. eike significa em vão). Todo o ensino que contraria a Palavra de Deus é consideramos vão, vazio. Porque Deus não aceita aquilo que contaria Suas doutrinas.
“Na sua mente carnal”, ou seja, estes homens são carnais. Seus ensinos parecem serem de Deus, ensinam com muita humildade e às vezes até choram nas suas pregações, mas são carnais e de nada serve. Mas por quê? Porque pregam doutrina anti-bíblica trazida por anjos. E a inda dizem que foi a profetiza da nossa igreja que deixou para aquele que vão herdar a salvação. Além de tudo usam estas heresias como se Deus estivesse aprovando. Tomam o lugar de Deus, ao invés de deixar o Espírito Santo atuar; demonstram ser mais santos que todos.
Paulo menciona “pretexto de humildade” e até “culto aos anjos”, mostrando até onde pessoas podem tentar impressionar outros através da religiosidade com objetivos de lograr interesses pessoais.
Espiritualidade demais é carnalidade. Não se iluda! Pessoas que, por exemplo, contam experiências espirituais absurdas ou milagres que nunca aconteceram, manipulando o louvor alheio em relação à sua espiritualidade, mas no fundo são carentes e doentes.
São pessoas que se distanciam da essência do evangelho e agarram-se de forma doutrinária e estilos de moveres e visões. A principal característica de uma pseudo-religião, é tentar forçar ou doutrinar o avivamento por meios de sutileza.

3. Defendem que os escritos da Sra. Ellen são tão inspirados quanto a Bíblia.
Ela própria escreveu de si, dizendo que seus livros foram inspirados por Deus, para melhor interpretação das Escrituras.

Quanto à inspiração dos livros da Sra. Ellen:
“Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap 22.18-19).
João termina o livro de Apocalipse com uma advertência sobre a possibilidade de perdermos nossa parte na árvore da vida e na cidade santa. Evitemos uma atitude descuidada para com este livro, ou qualquer parte das Sagradas Escrituras. Outra atitude a evitar é a de optarmos por crer somente em determinadas partes da revelação de Deus e rejeitarmos outras partes que não gostamos, ou o caso de ensinar nossas próprias idéias como se estas fossem a própria Palavra de Deus.
“Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso” (Pv 30.5-6).

III. IGREJA ADVENTISTA, UMA SEITA?
Dizem os Adventistas: “A pessoa que acusa a nossa igreja de ser uma seita demonstra grande falta de conhecimento de nossa doutrina, não sabe o que é uma seita” [carta da escola postal, p. 2, 13/12/2000].
Uma das definições do termo seita é: “um grupo que segue determinado líder humano”. Os Adventistas do Sétimo dia é uma seita, porque seguem a orientação “profética” de Ellen Gould White, integrante do movimento de Miller, cuja autoridade, para os adventistas, é igual a autoridade dos escritos bíblicos.
A igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é uma seita, porque segue a revelações de Joseph Smith. Segundo ensinam, em 1820, foi orar e o Pai celestial e Jesus Cristo lhe apareceram. E segundo os ensinos que receberam através da “revelação” a sua igreja é a única correta no mundo.
A ciência Cristã é uma seita, porque segue as revelações de Mary Baker Eddy e dos ensinamentos de seu livro Ciência e saúde com a chave das Escrituras.
As Testemunhas de Jeová são uma seita, porque segue as profecias de Charles Taze Russel, que estudou com os Adventistas por cinco anos e fundou seu grupo em 1870, em Alleghny, Pensilvânia, EUA. O título Testemunha de Jeová só foi adotado a partir de 1931, com o segundo presidente da seita, John F. Rutherfor. Russel era testemunha-de-jeová.
Assim os Adventistas do Sétimo Dias também são uma seita, porque seguem a orientação profética de Ellen Goul White, integrante do movimento de Miller, cuja autoridade, para os adventistas, é igual a autoridade dos escritos bíblicos.
Outra característica de uma seita é o exclusivismo. E os Adventistas do Sétimo Dia manifestam essa característica. Vejamos o que dizem: “No mundo só existe uma igreja que presentemente se acha na brecha tapando o muro e restaurando os lugares assolados…” [Testemunhos seletos, v. II, 2ª ed., p. 356, 1956.]

IV. COMO SABER SE A IGREJA ADVENTISTA É UMA SEITA?
As quatros operações fundamentais da aritmética nos ajudam a identificar a igreja Adventista do Sétimo Dia:
Adição: Os adventistas do sétimo dia dão aos escritos de Ellen Gould White a mesma autoridade que possui a Bíblia.
Subtração: Subtraem da pessoa de Jesus sua natureza humana imaculada, ensinando que o Filho de Deus tem uma natureza pecaminosa, e ainda o colocam, em relação à sua natureza divina, à posição rebaixada do arcanjo Miguel.
Multiplicação: Afirmação crer na obra da redenção efetuada por Cristo, mas a declaração incompleta. Ensinam que a guarda do sábado, implica em salvação e que os benefícios da obra de Cristo só nos serão imputados caso estejamos vivendo em harmonia com a lei que, no caso, é guardar o sábado.
Divisão: Condicionam à fidelidade a Deus à fidelidade à igreja Adventista do Sétimo Dia: a igreja remanescente. Para eles, a igreja Adventista do Sétimo Dia é a única igreja no mundo “que presentemente está tapando as brechas e restaurando os lugares assolados”.

V. FONTE DE AUTORIDADE RELIGIOSA
Como prova de que a autoridade Ellen Gould White é inquestionável para os adventistas, citamos trechos da Revista Adventista Fevereiro de 1984, p. 37:
“Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto desta inspiração, tem aplicação e autoridade especial para os adventistas do sétimo dia”.
Negamos que: A qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas”.
Sem qualquer constrangimento, afirmam: “Ao passo que, apesar de nós desprezarmos o pensamento dos pioneiros, nós aceitamos como regra de fé a Revelação do Velho Testamento, Novo Testamento e o Espírito de Profecia” [A sacudidura e os 144.000, p.117].
“Pouca atenção tem sido dada à Bíblia, e o Senhor nos deu uma luz menor; para guiar homens e mulheres a uma luz maior”.
Segundo a Sra White, é vedado a todos o direito de examinar e duvidar de suas falsas profecias. Em relação a isso, afirmou em um de seus livros: “Disse o meu anjo assistente: ‘Ai de quem mover um bloco ou mexer um alfinete dessas mensagens” [Primeiros escritos, p. 258, CPB].
Mas a Bíblia, autoridade máxima, nos concede liberdade para que possamos examinar tudo, inclusive as profecias da Sra. Ellen White: (1ª Ts 5.21 e Sl 119.105, 139).
O que a igreja Adventista do Sétimo dia afirma é muito grave. Em Hebreus 1.1, está escrito “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho”.
Mas os Adventistas, com seus ensinos, dizem que Deus, hoje, não fala mais por meio de Seu Filho Jesus Cristo, mas pelos escritos de Ellen White.
Devemos perguntar para os adventistas, se os ensinos de Ellen White estão acima dos ensinos que Jesus deixou para Sua igreja, quando diz para Seus discípulos: “Porque todos os profetas e a lei profetizam até João” (Mt 11.13).
Se a lei e os profetas acabaram em João, porque os adventistas insistem em seguir as profecias de Ellen White?
Podemos escolher: ler os escritos do apóstolo Paulo, por exemplo, que afirmam: “Se alguém cuida ser profeta, ou espiritual reconheça que as coisas que vos escrevo são mandamentos do Senhor” (1ª Co 14.37) ou os escritos Ellen White: “Embora os profetas da antiguidade fossem humanos, a mente divina e a vontade de um Deus infalível estão suficientemente representada na Bíblia. E o mesmo Deus fala por meio dos escritos do espírito de profecias. Estes livros inspirados, tais como: O desejado de todas as nações, O conflito dos séculos e patriarca e profetas são, certamente, revelação divinas da verdade sobre as quais deveríamos depender completamente [Orientação profética no movimento adventista, p. 45, 1965].
Depois de tantos elogios a Ellen White, os adventistas procuram diminuir o impacto de suas declarações: “Pouca atenção tem sido dada à Bíblia, e o Senhor nos deu uma luz menor, para guiar homens e mulheres a uma luz menor” [O colpor evangelista, p. 125].
Resposta Apologética.
Mas a própria Sra. White ensina que não precisamos de uma luz menor que nos conduza a uma luz maior.
“Não carecemos da pálida luz da verdade para tornar compreensíveis as Escrituras. Semelhantemente, poderíamos supor que o sol do meio-dia necessitasse da bruxuleante candeia da terra para aumentar-lhe o fulgor” [Testemunhos Seletos, v. III, 5ª Ed., P. 236, 1985].
Ao critica aqueles que pretendem juntar à Bíblia outra fonte de autoridade religiosa, contraditoriamente: “A verdade divina é encontrada em sua palavra. Os que pensam que devem buscar noutra parte a verdade presente precisam converter-se. Têm hábitos errôneos para emendar, caminhos maus que abandonar” [Ibid].
Quem precisa de uma luz menor, se existe uma luz maior?

VI. DOUTRINAS E CRENÇAS
Os sabatistas misturam algumas verdades com seus erros, assim enganam aos que, com sinceridade, buscam a verdade. Normalmente citam a Bíblia, porém sem o cuidado de examinar o contexto. Embora muitas de suas doutrinas sejam ortodoxas, existem outras que desviam o crente da verdade. Convém que os leitores conheçam essas doutrinas e saibam como refutá-las, tendo em vista que os adventistas também se dedicam ao proselitismo, algo que Jesus criticou dos fariseus (Mt 23.15).

1. Segregação Racial.
“Em resposta a indagação quanto à conveniência de casamento entre jovens cristão de raça branca e preta, direi que nos princípios de minha obra esta pergunta me foi apresentada, e o esclarecimento que me foi dado da parte do Senhor foi que esse passo não devia ser dado; pois é certo criar discussão e confusão [...]. Que o irmão de cor se case com uma irmã de cor que seja digna, que ame a Deus e guarde seus mandamentos. Que a irmã branca que pensa em unir-se em matrimônio a um irmão de cor se recuse a dar tal passo, pois o Senhor não está dirigindo nessa direção” [Mensagens Escolhidas, v.II, p. 344].
Será que a igreja que se vangloria de ser a igreja remanescente é segregacionista, como foi a Sra.White? A Bíblia condena este tipo de comportamento. O apóstolo Pedro, ao entrar na casa de Cornélio, declarou: “Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas” (At 10.34). Em 1º Samuel 16.7, está escrito: “O Senhor não vê como o homem vê, pois o homem vê o que está diante dos olhos (a cor a pele), porém, o Senhor olha para o coração”.
Segundo os adventistas, Ellen White nada escreveu que não se encontra na Bíblia. Mas não isso que comprovamos por meio de seus escritos. Tenhamos em mente o texto de Apocalipse 22.18, que proíbe qualquer acréscimo à Palavra de Deus, conforme já vimos.

2. Não crêem que a expiação de Cristo é suficiente para a purificação dos pecados.
Nossos pecados lançado sobre Satanás.
No livro Oritual do santuário, está escrito: “Quando, portanto, os dois bodes eram postos perante o Senhor no dia da expiação, representavam Cristo e Satanás […] Satanás não somente arrastou o peso e o castigo de seus próprios pecados, mas também dos pecados da hoste dos remidos, os quais foram colocados sobre ele, e também deve sofrer pela ruína de almas por ele causada” [M.L. Andreasen, p. 168, 314, CPB].
O bode emissário tipifica Satanás, autor do pecado, sobre quem os pecados dos verdadeiros penitentes serão finalmente colocados […]. Quando Cristo, pelo mérito de seu próprio sangue, remover do santuário celestial os pecados de seu povo, ao encerrar-se o seu ministério, Ele os colocará sobre Satanás, que, na execução do juízo, deverá arrostar a pena final. O bode emissário era enviado para uma terra não habitada, para nunca mais voltar à congregação de Israel. Assim será Satanás para sempre banido da presença de Deus e de seu povo, e eliminado da existência na destruição final do pecado e dos pecadores.

Resposta Apologética:
Até nos parece um conto de fada, mas tem gente que acredita nas baboseiras da Sra. White.
Em Levítico, eram apresentados dois bodes para expiação dos pecados segundo a lei. A expiação através da morte de Cristo, e a reconciliação como seu fruto e conseqüência, são colocados de forma especial clara nas passagens de Hebreus 9.11ss e 13.11ss, através da comparação com o sacrifício pelo pecado no grande dia da expiação (Lv 16.1-5). “A partir das prefigurações que encontramos na lei, podemos conhecer da melhor maneira o poder e a eficácia da morte de Cristo” (Calvino).
O sacrifício pelo pecado ou oferta propiciatória se realizava em três atos, envolvendo um bode vivo e um imolado. Sobre a cabeça do bode vivo se confessam os pecados do povo, sendo então levado ao deserto, “para Azazel” que significa “afastamento” ou “emissário”. A maldição pelos pecados era removida, para nunca mais alcançar aqueles que cometeram tais pecados. Aceitar a explicação dos adventistas do sétimo dia sobre o bode emissário é o mesmo que transferir a obra de Cristo para o diabo, que passaria a ser um co-salvador, o que é uma perversão da obra redentora de Cristo na cruz (2ª Co 5.21; Hb 10.18).
Com relação ao outro, era imolado (derramamento de sangue) e queimado sobre o altar. Quando o sangue da vítima sacrifical era levado pelo sumo sacerdote para dentro do Santo dos Santos, era perdoado o pecado, o seu próprio e do povo (Lv 16.34; Hb 9.7-9). E que o pecado agora deveria ser cancelado, isso era representado pela queima do animal fora do arraial, enquanto que a fumaça que subia a Deus como aroma agradável, simbolizava a aceitação do sacrifício junto a Deus e a renovada doação de Sua graça (cf. Lv 1.9).
Logo, colocar os pecados sobre o bode emissário significava afastamento. O sentido tipológico da cerimônia do Dia da Expiação pode ser interpretado:
Essas três figuras: levar o bode ao deserto, o derramamento de sangue e a queima, são cumpridas de forma plena e para sempre em Cristo. Assim como o bode vivo carregou os pecados para o deserto, Cristo carregou os pecados do mundo em seu corpo sobre a cruz (Jo 1.29); Rm 8.3; 1ª Pe 2.24). Como o sumo sacerdote não podia entrar no Santo dos Santos sem sangue, também Cristo trouxe seu próprio sangue para dentro do santuário celeste, abrindo-nos com isso, de novo o céu (Hb 9.12, 24ss, 28). Assim como o animal sacrificado era queimado fora do arraial, também Cristo sofreu fora das portas da cidade. E no fato de Ele se deixar repudiar, colocou novamente a graça de Deus ao nosso alcance (Hb 13.12).
No Antigo Testamento tudo era incompleto, devendo, por isso, ser repetido os sacrifícios de novo (Hb 9.25). O que Cristo fez, no entanto, vale de uma vez por todas. Na expiação por ele realizada nada há de defeituosos, nada de incompleto; não resta nenhuma lacuna a ser preenchida por nós, nenhum resto de pecado a expiar. Pelo contrário, pela morte de Cristo não só é anulada a morte como conseqüência da queda, como também se manifesta ainda da parte de Cristo uma grande sombra de vida (cf. As três vezes repetido “muito mais” no trecho de Romanos 5.15-21, onde Paulo compara a significância de Cristo à de Adão).
Sendo assim, Satanás não é nossa oferta para o pecado. Foi Cristo, e não Satanás, quem carregou nossos pecados: “No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29). “Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus” (Hb 10.12). “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Is 53.6).
“Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados” (1ª Pe 2.24). “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito” (3.18).
Os Adventistas ensinam que o bode emissário de Levítico, simboliza Satanás carregando todas as nossas iniqüidades. Será que eles não se dão conta das implicações de tal ensino? Isto faria do diabo nosso co-salvador com Cristo, pois a expiação de nossos pecados seria realizada em parte por Satanás. O simbolismo real desta passagem mostra Cristo levando sobre si os nossos pecados.
· Os pecados dos crentes são lançados no santuário do céu e lá ficam.
· Uma vez lançados no santuário celestial os pecados, depois, são transferidos a Cristo e tornam-se dele.
· Esses pecados, agora de Cristo, na sua segunda vinda, são lançados sobre Satanás, passando a lhes pertencer.
· Quando Satanás for aniquilado, os pecados também serão destruídos junto com ele. Mas a Bíblia diz que Satanás não será aniquilado, antes, será castigado eternamente no lago de fogo (Mt 25.41; Ap 20.10).
· Em suma, a essência do plano de salvação dos adventistas do sétimo Dia é: “o Salvador não é Cristo, mas sim, Satanás”. Este ensino, porém, é errado, trata-se de outro evangelho (Gl 1.8-10).
· Se os adventistas aceitam este inclassificável ensino como um fato para o plano de salvação preparado por Deus, estamos diante de um grande desvio doutrinário por parte desse movimento. Estamos diante de uma heresia, característica própria de uma seita.

3. Dizem que a obra da expiação de Cristo foi incompleta.
A Sra. Ellen White escreveu em um de seus livros: Não concordamos com a crença geral de que a expiação foi completa na cruz. É impossível acreditar que uma obra perfeita foi consumada.
A expiação tem que continuar até o fim do tempo quando Cristo acabar seu trabalho como Sumo Sacerdote, no Santuário celestial.
Quando Cristo derramou Seu Sangue na cruz, Ele não fez a expiação. Ele perdoou os pecados originais advindos de Adão.
À luz do ensino do Adventismo, a doutrina da expiação é explicada partindo do seguinte raciocino:
1 Os adventistas ensinam que Jesus entrou no santuário celestial no ano de 1844 e agora está cumprindo a obra da expiação.

2 O Céu é a réplica do santuário típico sobre a terra, com dois compartimentos: o lugar santo e o lugar santos dos santos.

3 No primeiro compartimento do santuário celestial, Cristo intercedeu durante dezoito séculos (do ano 33 ao ano 1844), em prol dos pecadores penitentes, “entretanto seus pecados permaneciam ainda no livro de registro”.

4 A expiação de Cristo permanecerá inacabada, pois havia ainda uma tarefa a ser realizada, a saber: a remoção de pecados do santuário no céu.

5 A doutrina do santuário levou o Adventismo do Sétimo Dia finalmente a declarar: “Nós discordamos da opinião que a expiação foi efetuada na cruz, conforme geralmente se admite”.

4. Quanto à expiação de Cristo, para purificar nossos pecados:
O ensino que nega a expiação de Cristo no Calvário não pode manter-se de pé. Primeiro porque foi difundido por uma pessoa de exagerado fanatismo e de muitas “visões” da carne; e segundo, porque é anti-bíblico, incoerente e herético.

A. A obra expiatória de Cristo é perfeita.
“Que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu” (Hb 7.27).
“Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus” (Hb 10.12).
“Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados” (Hb 10.14).

B. A salvação do crente é perfeita e imediata.
“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36).
“Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).
“Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1ª Jo 1.7).
“Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida; e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação” (Rm 5.10-11).
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que fora impossível à lei, no que estava enferma pela carne, isso fez Deus enviando o seu próprio Filho em semelhança de carne pecaminosa e no tocante ao pecado; e, com efeito, condenou Deus, na carne, o pecado, a fim de que o preceito da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm 8.1-4).

5. A natureza pecaminosa de Jesus.
Diz Ellen White:
“Por quatro mil anos estivera a raça humana a decrescer em forças, físicas, vigor mental e moral; e Cristo tomou sobre si as fraquezas da humanidade degradada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação” [O desejado de todas as nações, 37ª ed., p. 82, CPB].
Outro livro adventista, Estudos bíblicos, confirmam este ensino sobre a natureza pecaminosa de Jesus: “Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza pecaminosa, caída. De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo o filho de Adão – uma natureza pecaminosa” [P. 140-1, 1979, CPB].
Resposta apologética.
Como podemos ver, os adventistas admitem um salvador com uma natureza pecaminosa, degenerada! Será que Jesus pode realmente nos salvar, já que Ele, conforme dizem os adventistas, possui uma natureza humana pecaminosa? Mas isso não é verdade. De acordo com a Bíblia, Jesus foi concebido sem pecado (Mt 1.18-23). Ao saber da gravidez de Maria, José tencionou abandoná-la, secretamente, mas foi informado, em sonhos, para não fazer tal coisa, porque o que nela estava era gerado pelo Espírito Santo. Em Lucas 1.30-35, lemos que o anjo Gabriel informou a José que Maria conceberia virginalmente.
O Jesus da Bíblia era santo, inocente, imaculado (Hb 7.26). A real natureza humana de Jesus, no entanto, não pode ser negada: Ele sentia fome, sede, cansaço, sono, derramou sangue e suor; era um homem completo, no sentido físico, portanto, negar a natureza humana de Jesus é estar mancomunado com o anticristo (1ª Jo 4.1-3; 2ª Jo 7). Mas não podemos ir ao extremo e ensinar que Ele possuía uma natureza humana caída, pecaminosa, assim como a nossa. Seria outro Jesus (Ref. 2ª Co 11.4; 2ª Co 5.1; 1ª Pe 1.18, 19; 1ª Jo 3.5; Hb 4.14,15; 1ª Pe 2.32, 22).

6. Ensinam que a salvação depende, em grande parte, das obras.
Ensinam que ninguém poderá dizer na hora da conversão eu sou um salvo. Num de seus livros diz: “A condição da vida eterna é exatamente a que sempre foi: perfeita obediência à lei de Deus”.
Quanto à salvação depender das obras: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9).
“Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. Pois assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens para a justificação que dá vida” (Rm 5.17-18). “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Ref. Rm 11.6; Rm 10.2-4).

7. Negam a existência do inferno, e a imortalidade da alma.
Ensina que o inferno é um lugar de tormento, somente para Satanás. Crêem que os ímpios de incrédulos vão para um lugar de fogo, onde serão aniquilados rapidamente. E que quando uma pessoa morre, a sua alma dorme, esperando o dia do julgamento. Os ensinos de Helen White dizem que a teoria do castigo eterno é “uma das doutrinas falsas que constituem o vinho das abominações da Babilônia”. Jesus Cristo usou a palavra “eterno” para referi-se à duração das bênçãos dos salvos e ao tormento dos perdidos em Mateus 25.46. Além disso, ele não disse aniquilação eterna, e sim castigo eterno (Mc 9.43-44).
Por passagens bíblicas podemos ter definições claras sobre a realidade do inferno. As palavras gregas para definir inferno são três: Hades (Sheol no Antigo Testamento), lugar onde os espíritos mortos aguardam a ressurreição. Geena refere-se ao inferno em relação ao castigo eterno, para onde irão os injustos após o julgamento do Grande Trono Branco. Tártaro é usado para referir-se à prisão dos anjos caídos (J. 6).
O Inferno é antítese do céu: “E tu, Cafarnaum, erguer-te-ás até o céu? Serás abatida até o inferno” (Mt 11.23).
Cristo prometeu fazer a Sua Igreja triunfar sobre o Inferno: “[...] e as portas do inferno não prevalecerão contra Ela” (Mt 16.18).
No Inferno há vida consciente e sofrimento eterno: “No Inferno, estando em tormentos, ergueu os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio” (Lc 16.23).
Deus tem poder de matar o corpo e lançar a alma no Inferno: “Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma. Temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mt. 10.28).
A indisciplina dos nossos membros pode ser causa de condenação do corpo ao Inferno: “Portanto se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o a atira-o para longe de ti. É melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno” (Mt 5.29).
Não há escape do Inferno para impenitente: “Serpentes, raças de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?” (Mt. 23.33).
O Inferno será um lugar de sofrimento eterno e de eterna separação do Salvador:
Mt. 13.42, 49, 50; 25.41.
“E lançá-los-ão na fornalha de fogo, onde haverá pranto e ranger de dentes”. (Outras ref. Lc 16.19-31; Mt 18.8,9; Ap 20.9, 10; Jo 5.28-29).

8. Ensinam que certos alimentos são pecados.
É pecado comer carne de porco, peixes sem escamas, gorduras animais, café, chá etc. Quem insistir, estaria atraindo condenação para si, pela obediência às leis de Deus.
“Portanto, por que é que você, que só come verduras e legumes, condena o seu irmão? E, você, que come de tudo, por que despreza o seu irmão? Pois todos nós estaremos diante de Deus para sermos julgados por ele” (Rm 13.10 – NTLH).
“Portanto, por que é que você, que só come verduras e legumes, condena o seu irmão? E, você, que come de tudo, por que despreza o seu irmão? Pois todos nós estaremos diante de Deus para sermos julgados por ele” (Rm 13.10 – NTLH).
Desprezar e julgar os outros cristãos (os mesmos dois verbos usados no verso 3), “o sorriso de desdém” e “a carranca de juízo acusador”, ambos se revelam agora como atitudes anômalas. Por quê? Não apenas porque Deus os aceitou, porque Cristo morreu e ressuscitou para ser nosso Senhor.
Há uma ligação óbvia entre o fato de não julgarmos nosso irmão. O fato de termos de comparecer diante do Tribunal de Deus. Segundo lugar: “Cada um dará conta de si mesmo”. “De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus. Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão” (Rm 14.12, 13).
Não temos o direito de julgar os outros e condená-los, por um código humano. Todo o julgamento compete ao Senhor. Deus constitui ministros para pregar o Evangelho, e não para serem “donos” do Evangelho; O verdadeiro ministro é um servo da igreja de Cristo e não o dono da igreja. A religião farisaica dos tempos de Jesus usava o critério do julgamento humano, e Jesus é claro ao dizer para os fariseus: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?” (Mt 7.1, 4).
Cristo não está abolindo a necessidade do exercício do discernimento e de fazermos avaliação dos pecados dos outros. O crente é ordenado a identificar aqueles que são falsos na igreja (Mt 7.15) e avaliar o caráter de certas pessoas.
Não é proibido o uso de critérios sãos. O que não devemos é nos sentir “donos” da Igreja de Cristo e julgá-la pelas nossas idéias. O cristão quando julga seu irmão está condenando a si mesmo. Quem somos nós seres humanos para julgar e condenar um irmão a nosso bel-prazer? A Palavra nos ensina que não devemos nem levar um irmão a juízo quanto mais julgar com critério rígido.
“Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou pelos dias de festas, ou lua nova, ou sábado” (Cl 2.16).
As duas primeiras palavras se referem às regras judaicas sobre alimentação do Antigo Testamento, que os colossenses eram pressionados a observar como necessidade para a salvação pelos falsos mestres. E, ainda hoje, existem ministros que se intrometem na alimentação dos irmãos outros usam o sábado como meio de salvação. São ministros débeis na fé, por falta de maturidade, instrução e conhecimento da Palavra de Deus.
Os falsos mestres, a quem o apóstolo se refere, estavam envolvidos com o legalismo judaico: circuncisão (Cl 2.11), preceitos dietéticos e guardas de dias (Cl 2.16). Há também várias referencias ao gnosticismo (Cl 2.18-23).
O verbo grego paralogizomai, que quer dizer “enganar, seduzir com raciocínios capciosos”, descreve com precisão a perícia dos falsos mestres na exposição de suas heresias. O nosso cuidado deve ser continuo para não nos tornarmos presas desses doutores do engano. (Ref. Rm 14.1-8; Rm 14.17; Cl 2.16, 17; Mt 15.11; Mc 7.15-20; 1ª Co 10.25).

9. A doutrina do sono da alma.
Os adventistas ensinam que as almas dos justos dormem até a ressurreição e o juízo final. Este “sono da alma” é um estado de silêncio, inatividade e inteira inconsciência. Baseiam esta crença, principalmente, em Eclesiastes 9.5, que diz: “Os mortos não sabem coisa alguma…”. O contexto demonstra que este versículo está falando sobre a relação dos mortos com a vida terrena e não sobre o estado da alma depois da morte. Provas bíblicas da consciência da alma depois da morte acham-se nas palavras de Paulo quando diz que, ao deixar o corpo, estaria com o Senhor, (Fl 1.23-24; 2ª Co 5.1-8; Lc 16-19-31).
Este ensino contradiz a vários textos das Escrituras, entre os quais destacam a narrativa do Rico e de Lázaro (Lc 16.22-30).
Está narrativa não é uma parábola, mas um ensino das doutrinas deixadas por Jesus a Sua Igreja. É interessante notar que Jesus menciona o nome de Lázaro e do pai Abraão, o que não era de esperar no caso de uma parábola.
Não iremos estudar os defeitos que levaram o rico ao sofrimento no Hades, e sim, uma interpretação esclarecedora a luz da exegese bíblica para desbaratar os ensinos controversos dos Adventistas, quanto ao sono da alma.
No Hades o rico o estava cônscio de sua vida passada:
A. Levantou os olhos e viu a Lázaro no seio de Abraão (v.23).
B. Clamou por misericórdia (v. 24).
C. Teve sede (v. 24).
D. Sentiu atormentado (v.24).
E. Rogou a favor de seus irmãos (v.27).
F. Ainda tinha seus irmãos em lembranças (v.28).
G. Persistiu em rogar a favor dos seus ante queridos (v.30).

O rico que Jesus aponta provavelmente um saduceu (da seita judaica que não acreditava na vida após a morte, (cf At 23.8), e limitava o cânom aos livros de Moisés).
Inferno do grego “hades”, é o lugar dos mortos no mundo inferior, até o juízo final. O inferno é um lugar de sofrimento, de onde é visto o que jamais se gozará (v.23), de onde os condenados se lembrarão do passado com saudades insaciáveis e remorsos (v. 25), de sede sem alívio (v.24) e de condenação irrevogável (v. 26).
Neste ensino Jesus mostra a realidade da vida após morte, elimina a doutrina do purgatório pelo catolicismo, e a doutrina da reencarnação ensinada pelos espíritas.
O paraíso (seio de Abraão, v 22; cf Lc 13.28ss) está separado pelo abismo entre o mundo inferior e os “lugares celestiais” (2ª Co 12.4; Ap 2.7; 6.9).
Esta teoria tem a possibilidade suficiente para nos ensinar a sermos prudentes em aceitar idéias religiosas que não tem base bíblica. Normalmente as crenças de uma seita ou religião baseia-se em motivos relacionados às experiências de seus fundadores ou em livros escritos por eles. No adventismo, verificamos que os escritos de seus fundadores continuam sendo seu sustentáculo doutrinário, independente da Bíblia. Somente Jesus deixou-nos palavra de vida eterna (Jo 6.68-69).

10. A guarda do Sábado.


Guarda do Sábado; o sábado é observado, ao invés do domingo; guardar o sábado é o selo de Deus; guardar o domingo, é o sinal da besta; guardar o sábado é um mandamento do decálogo; que o decálogo é um mandamento obrigatório para os povos de todos os tempos; que observar o sábado em boa fé, é essencial a nossa salvação.
O apóstolo Paulo escreveu que todas as ordenações e mandamentos, foram cravados na cruz de Jesus Cristo, abolindo o Velho Concerto e abrindo um Novo Concerto, pela obra de Cristo. A Srª Ellen diz: “Eu vi, numa visão, que o mandamento da ‘Observância do Sábado’ não foi cravado na cruz com os outros”.
· “Mas agora, conhecendo Deus, ou antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos (partes componentes de uma série, elementos, coisas elementares) fracos (sem poder) e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Ora, vós irmãos, sois filhos da promessa, como Isaque” (Gl 4.9,10,28).
· “Havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, tirou-o do meio de nós, cravando-o na cruz.Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber ou por causa dos dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados. Estas são sombras das coisas futuras; a realidade, porém, encontra-se em cristo” (Cl 2.16,17).

Pr. Elias Ribas

FONTE DE PESQUISA

1. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 4º trimestre, 1992, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
2. ANTÔNIO GILBERTO, lições bíblicas, 1º trimestre, 1997, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
3. BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
4. BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
5. BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
6. BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
7. BÍBLIA INTERLINEAR GREGO E PORTUGUÊS. Sociedade Bíblica do Brasil.
8. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
9. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Lições Bíblicas, 2ª trimestre de 2008, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
10. DELVACYR BASTOS, seitas e heresias, Escola Teológica Filadélfia, Cascavel PR - Email- prdelvacyr@hotmail.com.
11. ELIENAL CABRAL, lições bíblicas, 1º trimestre 2007, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
12. ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 3º trimestre 2004, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
13. ELINALDO RENOVATO DE LIMA, lições bíblicas, 4º trimestre 1991, Ed. CPAD, Rio de Janeiro RJ.
14. ELIEZER LIRA, lições bíblicas, 1º trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
15. EZEQUIAS SOARES SILVA, lições bíblicas, 2º trimestre de 1997, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
16. EZEQUIAS SOARES, lições bíblicas, 2ª trimestre de 2006, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
17. ICP, INSTITUTO CRISTÃ DE PESQUISA, Série Apologética, Volumes I - VI, Site, www.icp.com.br
18. JOSÉ ELIAS CROCE, Lições bíblicas, 1º trimestre 2000, Ed. Betel.
19. JOHN LANDERS, Religiões mundiais, Juerp, Rio de Janeiro, 3ª Edição, 1994.
20. JOHN STOTT, Romanos, 1ª Edição, 2000, Ed. ABU, SC.
21. JÜRGEN BECKER, Apóstolo Paulo, Edição 2007, Editora Academia Cristã.
22. JOSÉ PIO DA PAZ, O que é o Adventismo, 2ª Edição 1984, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
23. PEDRO SEVERINO DA SILVA, O homem: corpo, alma e espírito, CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
24. RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
25. RAIMUNDO OLIVEIRA, Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 1986, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
26. RELIGIÕES MUNDIAIS, Seminário Teológico AMID, Cascavel, PR - e-mail: se.amid@hotmail.com
27. ROBERT BOWMAN, tradução, Elvis Brassaroto Aleixo, As Testemunhas-de-Jeová.
28. SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
29. SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com
30. SMEETON, DONAL D., História da Igreja, Ed. Global University, 1ª Edição no Brasil 2003. FAETAD, Campinas SP.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O QUE VOCÊ TEM?

E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda. Atos 3:6
Pedro e João no período da tarde dirigiram se ao templo para orar, estava ali em um dos portões do templo chamado porta formosa, um homem que desde nascença era coxo, os seus pés e tornozelos eram atrofiados. Quando ele viu que os dois discípulos estavam passando ali pediu lhe uma esmola, os discípulos olharam firmemente para ele, e Pedro na autoridade do Espírito Santo falou-lhe: Eu não tenho ouro ou prata, mais aquilo que eu tenho eu te dou, em nome de Jesus Cristo o Nazareno Levante-se e ande, e diz à palavra que Pedro pegou a mão direita daquele homem e o ajudou a ficar em pé, e de imediato os seus pés começaram a ficar corretos e o homem levantou-se, pulou, saiu andando e cantando agradecendo a Deus e entrou no pátio do templo junto aos discípulos.
Amados, vamos analisar alguns pontos neste versículo:
Primeiro, o homem pediu algo que os discípulos não tinham, porque aquilo que ele pediu estava ligado diretamente com a situação humana, era necessário para o coxo e não propriamente para os discípulos. O coxo andava por vista, os discípulos por fé. Porém os discípulos tinham algo muito maior que as pessoas não viam mais que era superior a toda as riquezas e bens da terra.
Segundo, os discípulos não tinham o que o homem queria, mais tinha o que ele precisava por isso a ordenança de Jesus para os apóstolos. E disse-lhes: Nada leveis convosco para o caminho, nem bordões, nem alforje, nem pão, nem dinheiro; nem tenhais duas túnicas. Lucas 9:3, Deus deseja realizar o milagre quando estivermos totalmente na dependência dele, enquanto houver em nós a probabilidade de com as nossas próprias forças fazermos algo, Deus não pode agir, porque então iríamos acabar pensando que foi nossos conhecimentos que fez acontecer, e obviamente não daríamos a Deus a gloria devida.
Terceiro, os discípulos estavam convictos que aquilo que eles possuíam, era o melhor para qualquer um ser humano, e por terem tamanha certeza dentro deles, eles faziam questão de distribuírem, e como dizer: eu tenho o melhor de Deus e desejo que os outros também tenham, eles não eram egoístas e nem retinha as bênçãos do Senhor, eles não só eram abençoados mais faziam questão de serem abençoadores também.
Quarto, depois que eles justificaram o motivo de não dá o que o coxo queria, ordenou-lhe! Em nome de Jesus Cristo Levanta e anda. Cumprem-se aqui as palavras de Jesus,Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. Marcos 16:18. Podemos notar qual grande era a ligação de Jesus com os discípulos, eles comprovaram que realmente conheceram a Jesus, durante toda esta mensagem podemos observar que eles faziam exatamente o que Jesus lhes ensinou. Você tem Feito o que Jesus manda? Não precisamos de apoio humano para realizar a vontade de Deus, precisamos obedecer às ordens e ensinamento de Jesus, aquilo que pertinente aos homens nem sempre agrada a Deus, e necessário ter comunhão com o Espírito Santo assim com Pedro e João, então a obra do Senhor será realizada porque quando o Senhor manda, Ele garante. Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá? Isaías 43:13. O que então eu e você temos dados as pessoas? Esmolas? Se assim o fizermos ainda não conhecemos aquele que tem tudo, além de bens humanos vida eterna. Precisamos viver o verdadeiro evangelho que dinheiro não compra mais que é movido debaixo da unção do Espírito Santo de Deus, só então veremos as vidas transformas e não maquiadas. Ainda hoje Deus procura aqueles que de fato desejam fazer a sua vontade. O que Você tem Dado, é de Deus?
Pra. Elza Carvalho
Igreja Casa de Oração Essência de Deus – ICOED
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