MAGAZINELUIZA

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A ORAÇÃO DE JABEZ

“Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz. Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido” (1ª Cr 4.9-10).
Quase ninguém gosta de ler o livro de Crônicas. É um livro onde conta as genealogias e descendência do povo de Deus. Mas dentro desta genealogia Deus deixou registrado e incrusta esta pérola na Bíblia que é a oração de Jabez., que na minha concepção é a mais bela oração. Uma oração que serve para todos nós fazer.
A Bíblia não fala mais sobre a vida de Jabez apenas estes dois versículos. Existe outro nome, mas é de uma cidade em Judá aparentemente próxima a Belém. Jabez Gileade.
A Bíblia só fala da vida de Jabez somente nestes versículos.

I. O SIGNIFICADO DO NOME
Jabes no hebraico Ya‘bets procedente de uma raiz não utilizada e significando “afligir”, “pesar”, “com dores dei a luz”; “aquele que causa dor”.

II. POR QUE ESTE NOME
A Bíblia diz que a mãe sofreu muito para dar a luz a este menino. Talvez nasceu contrária a natureza física e por isso ela deu este nome.

III. JABEZ UM NOME NEGATIVO
1. Jabes tinha um nome carregado de negativismo e pessimismo.
2. Um menino que nasceu sobre o estigma da dor do sofrimento.
3. Um menino que nasceu fadado ao fracasso, destinado ao insucesso.
4. Jabez era um jovem que não tinha esperança, um jovem discriminado, um jovem que não tinha mais saída e perspectiva de vida.
6. Jabes poderia se conformar com todos os tipos de sofrimentos.
7. Jabes poderia dizer: Eu não vou ser ninguém na tribo de Judá.
* Hoje existem muitas pessoas que estão como Jabes; fracassados, derrotados, tristes e amaldiçoados.
8. Jabez tinha outros irmãos. A Bíblia diz que ele era o mais ilustre do que todos os seus irmãos (v. 4).

IV. QUAL A ATITUDE QUE JABEZ TOMOU
Jabez tinha tudo para ser um fracassado um derrotado, a própria mãe colocou um nome negativo “com dores dei a luz”.
Mas um dia aquele menino cresceu e já era jovem. Mas ele não se conformou com aquela situação de dor pelo nome que carregava.
Para Jabez não tinha mais saída. Mas o que fez Jabez:
1. Invocou o Deus de Israel.
Invocar no hb. ‘qara’, que significa: [chamar, clamar, recitar, ler, gritar, proclamar].
Quando o homem se volta para Deus e invoca [chama] pelo Seu nome, situações turbulentas da nossa vida começa a mudar.

V. A ORAÇÃO DE JABEZ CONTÉM QUATRO PEDIDOS
1. Peço que me abençoe. Abençoar no hb. [barak].
Talvez o diabo já tenha te dito: “Acabou tudo para você”.
Eu quero te dizer que ele é o pai da mentira. Jesus diz: que o ladrão vem senão para roubar matar e destruir, mas eu vim para que tenham vida e vida com abundância (Jo 10.10).
A tua benção Jesus já conquistou lá na Cruz do Calvário.
Com a morte de Jesus, Ele nos deu: salvação, perdão, cura física, emocional, benção na família, no cônjuge, e vida eterna.
No evangelho de Jesus segundo João diz: “Quem crê em minha ainda que estejas morto viverá”.
A Bíblia relata mais de oito mil benção para Seu povo.
A benção esta na mão de Deus e Ele não muda. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente!
Hoje existem muitas pessoas correndo atrás das bênçãos, mas a Bíblia diz as do Senhor nos seguiram. Basta sermos fiel e cumprir a Sua Palavra.
Precisamos estar na presenaça de Deus e somente a Ele:
“Que o Senhor me abençoe”.
Eu sei de igrejas que fazem como Balaão, estão vendendo benção. Fizeram Deus de um comerciante. Toma lá da cá. Tudo gira em torno do dinheiro. Como se Deus fosse um negociante.
Tem movimento vendendo óleo de Israel, terra de Jerusalém, água do Jordão, etc.
Jabez não negociou com Deus, apenas chegou diante de Deus e pediu: Eu quero que o Senhor me abençoe.

2. Que alargues as minhas fronteiras.
No hb. [rabah]. (Piel) alargar, aumentar, tornar-se muitos - (referindo-se a pessoas, animais, objetos).
Amplie minhas fronteiras.
Precisamos crescer em tudo:
Na igreja, no ministério, na família, na sociedade.
Jabez era um homem de visão. Amplie meus territórios Senhor.
Procure crescer, não se acomode.
Só quem cresce que trabalha:
Isaías 54.2 diz: “Alarga o espaço da tua tenda; estenda-se o toldo da tua habitação, e não o impeças; alonga as tuas cordas e firma bem as tuas estacas”.

1. Amplia, estenda, alargues e firma bem as tuas estacas.
Existem muitos ventos contrários que muitas vezes batem em nossa tenda, mas se não firmarmos bem as estacas da nossa tenda ela vai cair.
Onde eu posso firmar minhas estacas:
Na oração, na Palavra e no principal fundamento que é Cristo.

2. Que tua mão seja comigo.
A mão Deus é nossa proteção.
“O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente” (Sl 91.1).
Debaixo da mão de Deus é estar na dependência de Deus, na provisão de Deus, na benção de Deus. É estar guardado pelo todo poderoso.
Quando estamos debaixo da mão de Deus temos visão, projeto, sabedoria, graça.
O segredo do crescimento é estar debaixo da mão do El-Schadai.
Veja o pedido ousado de Moisés para o Senhor Deus: “A minha presença irá contigo, e eu te darei descanso. Então, lhe disse Moisés: Se a tua presença não vai comigo, não nos faças subir deste lugar” (Êxodo 33.14-15).
Jamais chegaremos lugar algum sem a presença de Deus. No deserto a nuvem era a presença de Deus durante o dia e a noite como fogo.
Hoje o Espírito Santo é a presença real de Deus na vida do crente.

3. E me preserves do mal.
Quando Jabez viu Deus lhe abençoando, as suas fronteiras estavam aumentando e mão de Deus estava sobre ele, então Jabez compreendeu que o inimigo iria começar atacar. Por isso ele fez este último pedido dizendo: “e me preserves do mal”.
Quando Deus começa a te abençoar e alargar as tuas fronteiraras, o diabo fica feroz porque ele não gosta de perder terreno. Por isso ele envia os vendavais para derrubar a tua tenda.
Por isso Jesus na oração do Pai nosso Jesus diz: Me guarde do mal, ou seja, me preserve do mal; livra me da tentação, do mal, do pecado.
Jamais iremos receber as as bençãso do Senhor Deus num estilo ou a conjuctura religiosa, mas o caminho para recebermos as bençãos do Pai celeste depende de inteiramente de nossa intimidade através da santificação, fidelidade, oração persistente e como estamos louvando e adorando Seu nome. Através da oração temos livre acesso ao Pai. Por isso o verdo 10 diz: “E Deus lhe concedeu o que tinha pedido” (v. 10) e ele se tronou “…o mais ilustre do que todos os seus irmãos” (v. 4).
Pr. Elias Ribas
Igreja Ev. Assembléia de Deus
Blumenau - SC

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A Classificação Internacional de Doenças e os gays

O ativismo LGBT é sempre duríssimo em sua reação quando um psicólogo recebe uma pessoa homossexual que queira tratamento, por não se sentir bem sendo como é. Ou quando este procura as igrejas pedindo ajuda. Diante de situações assim, dizem que a OMS não considera o comportamento gay como uma doença. Será, mesmo? .
Recomendo a leitura de um ensaio escrito pelo psiquiatra Eduardo Adnet, formado em medicina há quase trinta anos, e chamo atenção especial para a observação dele à catalogação da Classificação Internacional de Doenças (CID), que faz referências ao homossexualismo. O autor faz menção ao CID 10, à orientação sexual egodistônica (F66.1) e transtorno de relacionamento sexual (F66.2).
.O artigo revela que em determinados casos há base no CID para profissionais da psiquiatria diagnosticar homossexuais com transtornos patogênicos.
.Continue lendo: Belverede
.Texto liberado para cópias, desde que citado o nome do autor e indicado local de coleta do conteúdo e não seja para fins comerciais.
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Eliseu Antonio Gomes, do Belverede
Equipe UBE Blogs

Tábuas De Carne Do Coração

"sendo manifestos como carta de Cristo, ministrada por nós,
e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo,
não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne do coração"
(2 Coríntios 3:3).

Peter Young era um jovem seminarista que estava concluindo seu curso. Antes de receber seu diploma e a indicação de sua primeira igreja, ele precisava fazer um sermão para os seus
colegas de curso. Ele o fez. Ao concluir sua mensagem, o diretor do curso veio a ele e disse: "Young, eu tenho três comentários a fazer sobre seu sermão. Primeiro, você o leu.
Segundo, sua leitura foi ruim. Terceiro, não vale a pena ler."
O que oferecemos ao Senhor precisa vir do coração. O que falamos só terá valor quando as nossas atitudes forem condizentes com a nossa mensagem. Mais do que falar de
Cristo, é necessário que vivamos Cristo, que brilhemos por Cristo, que a nossa alegria mostre Cristo em nós.
Qualquer pessoa pode ler um texto sobre Deus. Qualquer essoa pode publicar um sermão sobre o Senhor. Qualquer pessoa pode pregar uma mensagem escrita, mesmo que não tenha
qualquer compromisso com o Salvador. Porém, aquele que experimentou uma verdadeira conversão, que convidou Jesus para entrar em seu coração, que mostra o sorriso característico daqueles que têm o seu nome gravado nos Céus, esse é diferente e sua mensagem, mesmo que seja silenciosa,
pode edificar vidas, restaurar lares e até transformar o mundo!
Como disse o diretor daquele seminário, simplesmente ler uma mensagem não vale a pena. Cristo é Vida e a mensagem de Cristo tem que ter vida. Não basta eu dizer que Jesus é o
Salvador se o meu testemunho não mostra que Ele é o meu Salvador. Não posso ler que Jesus é o Senhor se eu continuo rebelde sem permitir que ele seja o meu Senhor. De nada
adianta eu ler que Jesus é fonte de felicidade se meu rosto não demonstra que eu sou, verdadeiramente feliz.
O bom sermão vem do coração e não de uma folha de papel.

Paulo Roberto Barbosa. Um cego na Internet! Visite minha homepage:

sábado, 11 de maio de 2013

ORDEM ROSA-CRUZ



I. INTRODUÇÃO
Origem remota, rituais ocultos e superdesenvolvimento mental. Esses são alguns dos assuntos que fascinam os iniciados nessa sociedade.
Segundo a própria Ordem, sua finalidade é estudar, testar e ensinar as leis de Deus e da natureza capazes de tornar nossos membros mestres do sagrado templo (o corpo físico) e obreiros do divino laboratório (os reinos da natureza). Isto nos permite prestar auxílio mais eficaz aos que ainda não conhecem aquelas leis e que precisam de assistência. Todo iniciado tem dever de servir, considerando imperativo estudar e praticar as leis ensinadas em nossa Ordem, aplicando-as sempre que oportuno [Manual rosa-cruz, H. Spencer Lewis, 7ª ed., 1981, p. 201].
O objetivo maior dos rosas-cruzes, sempre foi ajudar toda a humanidade a evoluir ao mais alto grau de perfeição terrena, e prestar auxílio a toda criatura, para a glória de Deus e o bem-estar da humanidade [Manual rosa-cruz, H. Spencer Lewis, 7ª ed., 1981, p. 67].
Mas será que realmente seus ensinos estão em conformidade com a Palavra de Deus? O cristão deve fazer parte dessa sociedade secreta?

II. HISTÓRICO

Fundado por Christian Rosenkreuz, nascido em 1375, segundo a tradição oculta de sua Ordem, foi enviado, muito jovem ainda, para um mosteiro, situado nas fronteiras da Alemanha com a Áustria, onde se educou e desenvolveu. Depois, Rosenkreuz começou a viajar e, após percorre a Alemanha, Áustria e Itália, foi para o Egito, onde foi bem-aceito e acolhido pelos irmãos da Loja Egípcia. Ali, foi admitido em todas os graus dos mistérios egípcios, então conservados por sucessão direta desde os hierofantes da antiguidade.
A Ordem Rosa-Cruz veio para a América em 1694, por intermédio dos ensinos de Johann Kelpius (1673-1708), estudioso do hermetismo tradicional. Segundo os ciclos, a ordem emudeceu em 1801. Silêncio provavelmente causado pela intolerância religiosa. De qualquer foram, 108 anos depois, 1909, seus descendentes voltaram a colocar a Ordem na ativaem São José, Califórnia, hoje sede central dos rosas-cruzes.
A primeira loja organizada em solo brasileiro foi em 1956 e, prevalecendo o ciclo de 108 anos, deverá permanecer em atividade até 2064. Hoje, os rosas-cruzes brasileiros somam 180 mil membros, dos quais 60 mil são paulistas.
No Brasil existe, na cidade de Guarapari, no Espírito Santo, a Igreja Expectante, em atividade desde 1919, fundada por A. R. Costet de Mascheville, esta igreja segue todos os ritos do movimento Rosa-Cruz.
A Sociedade Secreta Rosa-Cruz, que nada mais é do que uma confraternidade mística que promete aos seus membros a condição de alcançar conhecimentos secretos, que resultem em grande vitória e conquistas sociais e materiais. Os rosas-cruzes apresentam certos “benefícios para todos aqueles que fazem parte da Ordem como, por exemplo”:
Eles dividem o universo em Sete Mundos. Ensinam que existem três corpos para o homem e três céus, os quais passam por várias fases de evolução. Que a verdade somente pode ser revelada aos intelectuais e aos místicos (espiritualmente alegórico, de sentido oculto, devoção contemplatica).
O rosacrucianismo é uma forma de espiritismo, elevada a categoria de religião-filosófica, cheia de símbolos e sinais significando uma cruz. Explica o fundador Rosenkreuz, que a cruz tem a planta na terra e a cabeça para o céu. Simboliza a esperança, a pureza e fragrância.
Usam a seguinte saudação: “que as rosas floresçam sobre a sua cruz”. É um voto para melhoramento e maior perfeição mística. Seguem os mesmos princípios do horóscopo e da astrologia.
Toleram outras religiões e abrem as portas a tantos quantos buscam a verdade, afim de que achem, através deles, a suposta regeneração da vida. Prometem aos seus seguidores, felicidade e paz profunda, nesta vida e na futura, denominada “consciência universal”. Ensinem que o homem tem domínio sobre si mesmo para não pecar.
A semelhança das outras seitas, a Ordem Rosa-Cruz também faz sua própria interpretação das Escrituras, estabelecendo comentários que divergem da própria Bíblia.

III. CERIMÔNIAS E PRÁTICAS
São as seguintes cerimônias e práticas celebradas regularmente que identificam os rosa-cruzes como seita:
1. RITUAL DE APOSIÇÃO DE NOME – deve ser realizado até os 18 meses da data do nascimento, em uma cerimônia semelhante com o batismo de crianças realizado na igreja católica.
2. RITUAL DE MATRIMÔNIO - um tipo de cerimônia religiosa de casamento, pode ser realizado até uma semana após o casamento civil.
3. RITUAL FÚNEBRE – cerimônia realizada só quando o morto tiver pertencido à Ordem.
4. ORDEM JUVENIL DOS PORTADORES DE ARCHOTE – cerimônia realizada com crianças e adolescentes entre os 5 e 17 anos, com três classes por idade.
5. RITOS ANUAIS – Festa Sagrada do Ano Novo, com refeição simbólica (março); Festa da Pirâmide (setembro) em comemoração à construção da grande Pirâmide de Quéops.

IV. BENÉFICOS PARA QUEM PERTENCE Á ORDEM
Melhora da saúde; cura a distância; cura por contado; melhora em compreensão espiritual e maior felicidade. Melhora dos afazeres domésticos: no cuidado de crianças, no companheirismo com o conjugue e em outros assuntos íntimos.
Tais “benefícios”, porém, são alcançados por intermédio de poderes ligados ao ocultismo, que é visto como resultado do desenvolvimento mental.
A Bíblia ensina que existem duas manifestações de curas de milagres: os realizados pelo poder de Deus (At 14.3) e os realizados pelo poder do diabo (Êx 7.10-22; 8.7).
Jesus ensinou que nos últimos dias surgiriam falsos profetas e falsos cristos, e que os tais fariam grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os próprios escolhidos (Mt 24.24; ver Ap 19.20).
Esses milagres não devem ser aceitos (Dt 19.20; 2ª Ts 2.10-11), pois não procedem de Deus. Os milagres realizados sob o poder de Deus servem para glorificá-lo e para a conversão de pecadores (Hb 2.4; At 19.11-12).
O homem não tem poderes latentes que possam ser desenvolvidos por exercícios mentais, como procura ensinar a Ordem Rosa-Cruz (Sl 39.5; Jr 17.5; Is 2.22; Sl 103.14-16).


V. JURAMENTO


Assim como na maçonaria, existe também na Ordem Rosa-Cruz um juramento, o que lhe confere o caráter de sociedade secreta.
Tal juramento representa o compromisso assumido pelos iniciados, quando da Iniciação ao Primeiro Grau, e também em outras ocasiões. Durante o juramento, ocorrem cerimônias e convocações.
As palavras de juramento são procedidas do sinal-da-cruz (não se trata do sinal-da-cruz dos católicos), que deve ser feito lentamente, com dignidade e sincera reverência.
“Diante do sinal-da-cruz, prometo por minha honra não revelar a ninguém que não seja conhecido Frater ou Sóror desta Ordem, os sinais secretos ou palavras que aprender antes, durante ou depois de ter passado pelo Primeiro Grau” [Monografia de iniciação].
A Ordem Rosa-Cruz, procura negar a proibição bíblica contra os juramentos e a filiação com sociedades secretas:
“Não há injunção alguma, em qualquer parte da Bíblia, contra a associação com sociedades de estudos privados. Na verdade, podemos verificar, por uma leitura atenciosa da Bíblia cristã, que existiam sociedades de estudo privado nos tempos bíblicos ou nos primórdios do cristianismo, e que elas não eram condenadas” [Pergunta e resposta rosa-cruzes, H. Spencer Lewis, 7ª ed., 1981, p. 195].

Refutação.
A Bíblia ensina que o juramento é proibido: “Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo céu, por ser o trono de Deus; nem pela terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt 5.34-37).
No livro de Levítico 5.4, o Senhor adverte que aquele que jurar sem saber o que está jurando, será considerado culpado. O NT, na carta do apóstolo São Tiago 5.12, também proíbe o juramento.
O segredo, organizado ou sistemático, é condenado pela Bíblia (Mt 10.26-27; Jo 18.20). Satanás é o príncipe das trevas, e as trevas são o refúgio do pecado (Jo 3.20-21; Ef 5.8-11).

VI. SÍMBOLOS E MISTICISMO

Utilizam-se de objetos em sua práticas ocultistas, tais como: incenso, velas, estátuas, toalhas, aventais, bandeiras, decalques, discos, fitas K-7; publicações como monografias de vários graus enviadas pelo Correio para os membros do Sanctum da Grande Loja – lugar de encontros e atividades para o rol de membros. O símbolo da Ordem é uma cruz negra com uma rosa vermelha no centro. Essa rosa, parcialmente desabrochada, simboliza a consciência em evolução à medida que recebe a Luz Maior [Manual rosa-cruz, H. Spencer Lewis, 7ª ed., 1981, p. 235].
Refutação.
Em nossos dias, o interesse das pessoas por magias, ocultismo, psicologia e desenvolvimento mental tem sido grande. Por isso o fascínio que a Ordem Rosa-Cruz exerce sobre seus iniciados. O ambiente de mistérios que envolve seus rituais e práticas tem seduzido seus adeptos que, dificilmente, deixam a Ordem por quaisquer razões que sejam.
No entanto, a Bíblia nos adverte que a pratica de ocultismo, é contrário aos desígnios de Deus e é por Ele condenado (Dt 18.9-12).

VII. OBJETOS UTILIZADOS NOS RITUAIS
Ritual praticado pela ordem:
“Selecione qualquer ocasião ou dia da noite, a qualquer período da semana que seja conveniente para realizar este ritual. Requererá o isolamento de uma convocação de Sanctum.
Velas: Ascenda duas velas (archote) no altar de seu Sanctum, colocando-as cerca de 20 cm de distância uma da outra, no mesmo plano. Se tiver a Cruz do Sanctum, coloque-a ligeiramente por trás das duas velas e no centro entre as mesmas.
Incenso: Na ocasião em que preparar as velas, acenda também o incenso no incensório. O incensório deve ser colocado cerca de 10 cm em frente à Cruz do Sanctum.
Avental: Se tiver o seu avental ritualístico, deverá usa-lo, atando-o da maneira usual.
Luzes: Todas as luzes devem ser apagadas, em seu Sanctum, com exceção das velas e a lâmpada próxima à cadeira em que estiver sentado, para a leitura. Evite, se possível, ter luzes brilhantes acesas no teto” [Adito número Um, p. 6].
Ritual: Durante o ritual o estudante será referido como postulante. Esta palavra significa alguém que o solicitou ou aquele que busca sabedoria ou verdade espiritual de uma fonte exaltada ou superior.
Postulante: Levante e se aproxima de seu altar com este manuscrito. Diante do altar faz o sinal-da-cruz como foi anteriormente instruído. Em seguida, lê o que se segue suavemente:
Contemplo a luz do archote à minha frente. Ela revela a mim o que as trevas ocultam. Mas a glória da luz não é autocontida. Ela se alimenta dos elementos materiais do archote e dos elementos químicos do ar no qual eles existem. Embora o archote não tenha criado a chama e sua luz, não obstante esta é dependente do archote. O archote é o corpo necessário, e a chama e a luz são a coroação de sua realização.
Possa eu, humilde Postulente, aprender bem esta lição e respeitar a santidade e necessidade de meu físico! Assim seja! [Adito número Um, p. 6].

Refutação.
A Bíblia declara que Jesus é o caminho, a verdade e a vida; e ninguém vai ao Pai senão por Ele. (Jo 14.6). Jesus mesmo declara: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8.32).
Vimos que Jesus chama a si mesmo de a Verdade. Assim, somente Ele é a Verdade que liberta o homem. Jesus é a luz do mundo: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8.12).
Os rosa-cruzes precisam conhecer Jesus. Somente assim poderão conhecer, de fato, a Verdade. E, uma vez que conhecerem a Verdade, conhecerão também a sabedoria, pois Tiago afirma: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tg 1.5).

VIII. ASTROLOGIA

A Ordem Rosa-Cruz admite a prática da astrologia. Alegam, sem base, que a ciência da astrologia era aceita e que o Antigo Testamento admite a influência dos astros sobre as pessoas.
A astrologia é praticada pelos chamados horóscopos (hora + exame) e se constitui em um dos princípios elementos com os quais se envolve a Ordem Rosa-Cruz:
“Há uma parte da astrologia que é de fato interessante: É a parte inicial simples que possibilita ao indivíduo ler ou as tendências e capacidades de outro indivíduo. A pessoa não precisa ser grande conhecedor, nem ter longa prática para que possa ler o caráter de outro indivíduo através de um horóscopo cuidadosamemente elaborado, mas quando se trata de interpretar o futuro, ou a tentativa de prever acontecimentos futuros, mesmo superficialmente, quando mais detalhadamente, então se incorre em sérias dificuldades, e é este aspecto da astrologia que veementemente condenados, a menos que seja praticado pelos muito poucos ‘experts’ da América ou Europa. Espero que nenhum de nossos membros chegue a nos pedir que lhe revelemos quem são eles” [Fórum Rosa-cruz, vol XIV, abr/1983, nº 2, p.3].

Refutação.
A Bíblia afirma que o Universo foi criado para manifestar a existência e a glória de Deus: “O céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1; Jó 9.7-9; 38.4-7].
As constelações receberam nomes dos deuses antigos, o que envolve idolatria (2ª Rs 23.5; Is 47.13; Jr 10.2-3). A idolatria é uma prática condenada por Deus, e foi destruída pelos reis fiéis entre o povo de Israel.
O raciocínio de que os astros exercem influencia sobre a vida das pessoas é completamente estranho à própria Bíblia, pois o que encontramos, tanto no Antigo quanto no Testamento, são condenações a essa prática (Dt 4.19; At 13.6-8; 19.19; 14.8-15).

IX. PALAVRAS MÁGICAS
Ordem Rosa-Cruz, afirmam que existem determinadas palavras mágicas que ao serem pronunciadas trazem proteção contra as adversidades da vida.
Ensinam que os membros quando se confrontam com situações graves e ameaçadoras, ao repetirem a palavra Mathrem, ou a palavra Mathra, recebem proteção imediata para o corpo e paz para a mente.
O uso da palavra Mathrem constitui um apelo às hostes cósmicas e ao poder cósmico protetor, enquanto que a palavra Ambetta cria imediatamente uma influencia protetora à sua volta.
Para justificar toda essa onda de ocultismo com palavras mágicas, os rosas-Cruzes afirmam que Jesus proferiu, como suas últimas palavras na cruz, a palavra RA-MA, que é uma combinação de essência positiva masculina (RA) e da essência feminina, negativa (MA); TH representa o poder emanado da combinação de RA e MA.

Refutação.
A Bíblia ensina que podemos até ser tolerante com certas pessoas que andam na prática do ocultismo. Todavia, não podemos negar que tais práticas são demoníacas (Is 2.6; At 8.9, 10).
As últimas palavras de Jesus na cruz foram: “Está consumado” (Jo 19.30). De onde os rosas-cruzes tiram essas idéias.
1ª Timóteo 6.3-4: “Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas”.

X. O SIGNIFICADO DA CRUZ
“Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1ª Co 1.18).
Os rosas-cruzes removeram a loucura da cruz e criaram, para si mesmo, outro sentido para a palavra cruz. Afirmam:
“Rosa-Cruz: símbolo abstrato ou artificial, composto de dois elementos. Representa o corpo físico do homem, com os braços abertos, voltado para a luz. No centro, no ponto em que braço horizontal da cruz se une ao madeiro vertical, está sobreposta a rosa, representando a personalidade-alma. Essa rosa, parcialmente desabrochada, simboliza a consciência em evolução à medida que recebe a Luz Maior” [Manual rosa-cruz, H. Spencer Lewis, 7ª ed., 1981, p. 235].
Para os membros do rosacrucionismo, o verdadeiro sentido da cruz é:
“Não obstante, desejamos assegurar, tanto a judeus como a gentios, a católicos romanos como a protestantes, que os orientais (que não pertencem a qualquer dessas quatro categorias) consideram sagrado o símbolo da rosa-cruz, não como símbolo religioso, mas com símbolo divino, porque representa a verdadeira divindade do homem e de toda a natureza [Manual rosa-cruz, H. Spencer Lewis, 7ª ed., 1981, p. 89].
Em uma de suas monografias, a ordem dos rosas-cruzes, ensina a seus seguidores a repetir o seguinte ritual:
“Eu sou puro! Eu sou puro! Eu sou puro!
“Minha pureza é a pureza da Divindade do Templo Sagrado. Portanto, não me acontecerá mal neste mundo porque eu, mesmo eu, conheço as leis de Deus, que são o próprio Deus [Monografia de neófito, 2º grau, nº

Segundo a Bíblia, a cruz foi o instrumento de tortura usado pelos romanos para executar a sentença da morte do Senhor Jesus.
Quando o apóstolo Paulo se refere à palavra cruz, na sua carta aos coríntios, ele está dizendo que a morte de Cristo e o evangelho é loucura perante a sabedoria humana e que a mensagem da cruz não somente abrange a sabedoria e a verdade, mas também o poder ativo de Deus, para salvar, curar, libertar, e redimir a alma do poder do pecado.
No manual dos rosas-cruzes, diz: “....porque representa a verdadeira divindade do homem e de toda a natureza”.
Segundo a Bíblia o homem não é um ser divino, pois, embora criado à imagem e semelhança de Deus, é apenas criatura (Gn 1.26-270). Deus é supremo Criador (Gn 1.1). O desejo de ser divino, à semelhança de Deus, foi o pecado de Satanás, que o lançou fora da presença de Deus (Is 14.12-17).
O homem não é Deus. Logo, os dois não podem ser confundidos (Is 31.3; Ez 28.2, 9).

XI. ENSINOS SOBRE JESUS
A ordem rosa cruz, confronta os ensinos bíblicos sobre Jesus:
a) “Jesus foi, inquestionavelmente, a culminação da evolução de centenas dos grandes místicos e seres inspirados dos séculos anteriores” [Fórum rosa-cruz, jul/1980, p.55].

Resposta apologética.

Jesus não pode ser comparado a nenhum líder religioso, pois a Bíblia diz que Ele é o próprio Deus (Jo 1.1; 10.30), o único caminho para a salvação (Mt 16.13), o único caminho para Deus (Jo 14.6). Jesus, de fato, é o único meio de salvação providenciado por Deus
Jesus comprovou sua autoridade fazendo milagres por onde passava. Quando contestado, operava milagres para confirmar sua autoridade divina (Mc 2.5-7).

b) “A mãe e o pai de Jesus tinham vivido na comunidade essênica. José era membro dos graus elevados da Irmandade, enquanto que Maria era virgem vestal, em um dos templos da Irmandade. Assim, Jesus nasceu na Irmandade Essênia; mas Irmandade Essênia não constituía uma religião ou igreja, ou realmente uma seita” [Monografia do templo, 12º grau].

Resposta apologética.
Jesus nasceu em Belém da Judéia (Mt 2.1; Lc 2.11), e “ficou morando numa cidade chamada Nazaré. Isso aconteceu para se cumprir o que os profetas tinham dito: “O Messias será chamado de Nazareno” (Mt 2.23 NLH).
Os ensinos e atitudes contrários de viver dos essênios:
Quanto ao legalismo:
1. Os essênios eram ferrenhos no seu legalismo de guardar o sábado.
Jesus se mostrou tolerante quanto à guarda do sábado (Mt 12.10-12).
1. Quanto ao ascetismo:
Os essênios viviam asceticamente e tinham certas restrições quanto à alimentação.
Jesus não se afastava do povo nem fazia restrições quanto a comida (Mt 11.19; 15.17-20).
c) A doutrina da expiação, ensinada pela Igreja, consiste em que Cristo expiou todos os pecados da humanidade, morrendo na cruz. Como homem havia caído em tão forte condição de pecado, e o abismo ente ele e Deus tinha tornado tão grande que era impossível o próprio homem fazer alguma coisa para expiar o seu pecado, foi necessário o próprio Deus, na Pessoa do Cristo, fizesse essa expiação pelo homem. Sabemos que a doutrina da expiação é misticamente verdadeira, mas somente no sentido de que o próprio homem, alcançando o estado de Consciência Cósmica, pode expiar seu estado pecaminoso. [Discurso suplementar, série III, p. 4].
Resposta apologética.
A Bíblia diz que a salvação é dom de Deus. Não pode ser alcançada por intermediário de méritos próprios pessoas (Rm 3.24; Ef 2.8-9; Tt 3.4-7).
Jesus expiou nossos pecados na cruz do Calvário e nos declarou justificados diante de Deus (Rm 3.25-26; 1ª Jo 1.7-9).
Negar a expiação pela morte de Cristo é estar compactuando com o diabo (Mt 16.21-23).
d) É interessante chamarmos a atenção para o fato de que, em nenhuma passagem dos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João existem a declaração positiva, feita com base na observação pessoal desses discípulos, de que Jesus morreu na cruz, ou que estava morto quando o removeram e colocaram no sepulcro. Em João 19.33 encontra-se a declaração de que os soldados acreditaram que Jesus estava morto, mas São João não faz uma declaração positiva e, quando menciona o golpe de lança, não nos da motivo para crer que isto teria causado mais do que um ferimento superficial; por outro lado, o fato de que teriam fluido sangue e água indicaria que Jesus ainda estava vivo [Vida mística de Jesus, 1ª ed., 1985, p. 249).
Resposta apologética.
De todas as religiões existentes no mundo, o cristianismo é a única que teve seu fundador ressurreto. De fato, os primeiros apóstolos demonstravam a autenticidade do cristianismo baseado no fato da ressurreição do Senhor Jesus Cristo. É interessante notar que a maioria das mensagens apresentadas no livro de Atos enfatiza a morte, sepultamento e ressurreição (At 1.22; 4.33; 17.18-31). Cristo fala da sua ressurreição (Jo 2.19),
Paulo mostra que o fato histórico da ressurreição de Cristo é fundamental ao Evangelho. “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé” (1ª Co 15.14).
Sem um Cristo ressurreto, não teríamos Evangelho nenhum para anunciar! “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã a nossa fé. Se mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo perecem”.
Paulo confessou abertamente que a ressurreição de Cristo era um fato absolutamente fundamental à sua pregação, pois sem essa ressurreição, não havia mensagem alguma de salvação e nem esperança para se pregar.
A recusa de muitos em admitir e confessar o fato da ressurreição não é novidade do século XX, pois tal atitude se manifestou logo após a ressurreição do Mestre! (Mt 28.12-15).
Outros indivíduos, não querendo admitir o fato da ressurreição, preferem acreditar que Jesus apenas desmaiou, mas não morreu. Tal teoria não convence as pessoas de mente sadia e bem intencionadas, o mesmo Cristo reapareceu em pleno vigor físico e mental; não estado de fraqueza ou semi-inconsciência. Além disso, os mesmos soldados que crucificaram Jesus cravaram uma lança no Seu lado esquerdo, e observaram que das Suas feridas saíram sangue e água, do qual João foi também testemunha ocular (Jo 19.34-35).
Os fisiologistas dos nossos dias são unânimes em declarar que tal efusão de água e sangue dos órgãos vitais do corpo resulta da morte do organismo previamente ocorrida.
Outros críticos incrédulos preferem dizer que Jesus apareceu apenas em espírito. Porém Jesus fez questão de comer na presença de muitas testemunhas após Sua ressurreição, comprovando assim a qualidade física do seu corpo ressurreto. (Lc 24.39).
É mais correto concluir que aqueles que não crêem, nem aceitam a ressurreição corporal do Senhor Jesus Cristo, adotam tal atitude para por meio dela tentarem acalmar sua consciência e daí evitarem a responsabilidade de responder à chamada pessoal e insistente de Jesus Cristo em seus corações, para que creiam no Evangelho, se arrependam, abandonem as vãs imaginações humanas, as heresias e recebam a salvação que Jesus lhes oferece graciosamente.
Havendo examinado vários argumentos contrários à ressurreição, vamos ver as evidências que comprovam a veracidade desse fato histórico.
Túmulo vazio (Mc 16.4-6), os lençóis deixados em ordem (Jo 20.4-6), o testemunho dos soldados (Mt 28.2-4), os testemunhos dos discípulos: em quarto lugar veremos as palavras do apóstolo Paulo (1ª Co 15.3-7).
Essas são as testemunhas vivas naqueles dias e que atestavam terem visto a Jesus ressurreto durante o período de quarenta dias antes da sua ascensão. Todos os onze apóstolos viram-no e com Ele falaram. Depois um grupo de quinhentas pessoas também viram-no pouco antes da sua ascensão. João afirma claramente (Jo 7.5) que, no início do ministério de Jesus, seus próprios irmãos não criam n’Ele. Sabemos que eles passaram a crer e permaneceram fiéis a Jesus após Sua ressurreição, pois At 1.14 menciona como estando no cenáculo com os demais discípulos por ocasião do Pentecostes.
Durante os quarenta dias que permaneceu na terra após a Sua ressurreição, Jesus apareceu às seguintes pessoas:

1 A Maria Madalena Jo 20.11-18
2 Aos dez sob portas fechadas Jo 20.19-23
3 Aos onze, inclusive Tomé Jo 20.26-29
4 Aos sete, à beira do Mar da Galiléia Jo 21.1-14
5 A Pedro Lc 24.34; 1ª Co 15.5
6 A Maria Madalena e a outra Maria Mt 28.1-10
7 A Joana, Maria e as demais mulheres Lc 24.1-10
8 Aos onze num monte da Galiléia Mt 28.16-17
9 Aos dois, no caminho de Emaús Lc 24.13-35
10 Aos quinhentos galileus 1ª Co 15.6
11 A Tiago 1ª Co 15.7
12 A todos os apóstolos 1ª Co 15.7
13 A Paulo 1ª Co 15.8; At 9.3-7
14 A Estevão At 7.35-60
e) “É certo que, se todos os cristãos estivessem completamente, treinados os familiarizados com os puros ensinamentos de Cristo, tanto no seu sentido místico como religioso, não existiriam as várias denominações cristãs que temos hoje, nem a rivalidade e a oposição que podem ser encontradas nessas várias denominações da mesma escola de pensamento” [Monografia do templo, 10º grau].

Resposta apologética.
Nenhum cristão ortodoxo deve filiar-se à Ordem Rosa Cruz (2ª Co 6.11-17; Cl 2.8-9).

XII. O HOMEM
Os rosacruzes afirmam que o homem passa por sete períodos de renascimentos. Em cada período desses, ele evolui um pouco mais. Ao chegar ao último período o homem será divino. Noutras palavras, isso é reencarnacionismo espírita. Foi com esta mentira que a serpente tentou a Eva no Éden: “Sereis como Deus” (Gn 3.5).

XIII. REENCARNAÇÃO

A Ordem Rosa-Cruz orgulha do seu ensino sobre a reencarnação e declara:
“Existem no mundo poucas escolas de ocultismo que têm ensinado esta lei muito sagrada e secreta.
A Ordem Rosa Cruz é a única das escolas metafísica ou ocultistas, em todos os tempos, que ensinaram ao mundo ocidental, esta lei em versão original, correta e completa”.
E explica a forma reecarnacionista que adota:
“De acordo com a lei da reencarnação, cada ser humano renasce no plano terrestre a Cada 144 anos, em média. Em outras palavras, se pudéssemos acompanhar as reencarnações de uma pessoa em um período de mil anos atrás, verificamos a ocorrência de um renascimento em um corpo a cada 144 anos, em média”[Monografia de neófito, 2º grau, nº 12, p.4].
Resposta apologética.
Nenhum cristão que analisa os ensinamentos do Novo Testamento pode acreditar na reencarnação. Jesus ensinou a unididade da vida terrestre ao declarar que o homem rico morreu e foi para o inferno, ao passo que Lázaro, ao morrer, foi para o seio de Abraão (Lc 16.22-26).
O Senhor falou da existência de um lugar definido para o perdido (Mt 25.41 e de um lugar definido para o salvo (Mt 25.34-36). Ensinou que a redenção só é possível por sua morte na cruz, e não por esforço humano (Mt 20.28; 26.26-28; Lc 19.1-10; Jo 3.16-17). Falou da ressurreição do corpo (Jo 5.28-29).
Além dos ensinos do próprio Jesus, a Bíblia declara que o homem morre uma só vez, vindo depois disso o juízo (Hb 9.27).
Paulo afirmou que o cristão, ao morrer fisicamente, vai estar com Cristo no céu (2ª Co 5.6-8; Fl 1.21-23). O corpo aguarda a ressurreição.
João viu o cavaleiro chamado morte e o Hades seguia-o (Ap 6.8). Todos os que creem em Jesus se tornam filhos de Deus, e não se perdem (Jo 1.12), mas vão para o céu (Jo 14.2-3).
Reencarnação se opõe ao ensino bíblico da salvação, pois afirma que a salvação se alcança pelas obras (Rm 4.4-5; Ef 2.8-9).
Jesus deixou claro que a teoria do carma não é verdadeira (Jo 9.1-3).

XIV. A EXISTÊNCIA DE SATANÁS

A ordem Rosa-cruz nega a realidade de um diabo pessoal e da possessão demoníaca, e afirma:
“O homem primitivo tinha a tendência de personalizar todos os poderes e princípios, a ponto de personalizar deuses para os ventos e tempestades, calor, frio, e outras condições do Universo e da vida humana. É natural, então, encontrarmos sua tendência de personificar este poder do mal que parecia penetrar no corpo de algum ser humano causando-lhe toda sorte de problema” [Ibid., 11º, nº 46, p.3].
“Os mestres da Grande Fraternidade Branca iniciaram seus primeiros ataques quando à existência de Satã, mostrando que não ere necessário a existência de um deus mau para justificar todo o mal que existia no mundo” [Ibid., 10º, nº 46, p.3].

Resposta apologética.
A Bíblia é clara quanto ao diabo. Ensina que um dos anjos da mais alta ordem chamava-se Lácifer que decidiu ser igual a Deus e, por isso, foi desalojado de sua posição (Is 14.12-14).
O diabo passou a lutar contra Deus e tentou, no Édem, nossos primeiros pais, que cederam á tentação (Gn 3.1-5, 9-19). Assim, por meio de Adão, o pecado entrou no homem, causando os males que hoje são vistos no mundo inteiro (Rm 5.12; Jo 8.44).
O diabo vive ao nosso derredor, buscando a quem possa tragar (1ª Pe 5.8), e os demônios possuem o corpo das pessoas para se manifestar (Mc 1.23-27; 5.1-16).
Jesus deu poder aos seus seguidores para que expulsassem os demônios (Mc 16.17; At 19.12-13).
Paulo afirmou que, nos últimos dias, surgiriam doutrina de demônios. Negar a existência de Satanás e dos demônios faz que as pessoas fiquem vulnerável ás insídias do diabo (1ª Tm 4.1; 1ª Jo 4.1-3; 2ª Co 11.13-15).

XV. A ERA DE AQUÁRIOS

A Ordem Rosa-Cruz admite a praticada astrologia, por isso aceita a passagem para a Era de Aquários. Em verdade, é uma organização que a integra o Movimento Nova Era:
“A Nova Era, a Era de Aquários, verá reencarnado um número cada vez maior de personalidades de maior compreensão [Forum Rosa Cruz, jan/1983, p.15].

Resposta apologética.
A Bíblia ensina que realmente haverá uma nova era, a era do reinado de Cristo, e que essa era será precedida pelo anticristo (1ª Jo 2.18; Lc 1.31-33).
O cavaleiro do cavalo branco (Ap 6.1), traz consigo uma comitiva macabra. O cavalo branco será seguido pelo segundo cavalo (vermelho), que tira a paz da terra ao trazer a guerra. O terceiro cavalo (preto) trará fome. E o quarto cavalo (amarelo) trará a morte (Ap 6.1-8).
Jesus, no entanto, aparece para desfazer as obras do anticristo e do falso profeta, vencendo-os e trazendo paz permanente por mil anos (Ap 19.11-21; 20.1-6).
As pessoas que confiam na astrologia serão decepcionadas e ficarão frustadas quando tais coisas acontecerem (Is 47.12-15).

Pr. Elias Ribas

FONTE DE PESQUISA
1. BÍBLIA EXPLICADA, S.E.McNair, 4ª Edição, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
2. BÍBLIA PENTECOSTAL, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, Edição 1995, CPAD, Rio de Janeiro RJ.
3. BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
4. BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
5. CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE, Dicionário Teológico, p. 286, 8ª Edição, Ed. CPAD, Rio de janeiro, RJ.
6. CLEMAR GONÇALVES, maçonaria: Duas organizações uma visível, outra invisível, http://www.espada.eti.br/free001a.asp - acesso dia 25/02/2009.
7. DELVACYR BASTOS, seitas e heresias, Escola Teológica Filadélfia, Cascavel PR, Email - prdelvacyr@hotmail.com.
8. FRANCISCO DA SILVEIRA BUENO, Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, 11 ª Edição, FAE, Rio de Janeiro RJ.
9. GILMAR SANTOS. Teologia Sistemática. Faculdade de Teologia de Goiânia.
10. JOSÉ ELIAS CROCE, Lições bíblicas, 1º trimestre 2000, Ed. Betel.
11. JOSÉ FERRAZ, Apostila sobre a Nova Era, apostila extraída da internet.
12. JOHN LANDERS, Religiões mundiais, Juerp, Rio de Janeiro, 3ª Edição, 1994.
13. PAULO CÉSAR SEMBLANO DA COSTA, Pelo Lado de Fora É uma Igreja Evangélica — Por Dentro Está Adornada com Chocantes Símbolos Ocultistas,http://www.espada.eti.br/n2174.asp - acesso dia 11/03/2009.
14. RAIMUNDO OLIVEIRA, Heresiologia – 2ª Edição – EETAD, São Paulo SP.
15. RAIMUNDO OLIVEIRA, Lições Bíblicas, 1º Trimestre de 1986, Ed. CPAD, Rio de Janeiro, RJ.
16. RAPHAEL S LINHARES, Maçonaria, “A Nova Ordem das Épocas” - A Nova Ordem Mundial:http://www.espada.eti.br/n2001.asp - acesso dia 26/02/2009.
17. RELIGIÕES E SEITAS. IBADEP. 1ª Edição, 2003, Site,www.ibadep.com
18. RELIGIÕES MUNDIAIS, Seminário Teológico AMID, Cascavel, PR - e-mail: se.amid@hotmail.com
19. RON RIFFE, maçonaria, a Espada do Espírito,http://www.espada.eti.br/n2001.asp, acesso 09/12/2008.
20. SEITAS E HERESIAS, Escola de educação teológica Elohim, São Paulo, SP.
32. SÉRIE APOLOGÉTICA, ICP, Volomes I ao VI, Instituto Cristã de Pesquisa, Site, www.icp.com.br
33. SEITAS E HERESIAS, SEAMID, Cascavel – PR, se.amid@hotmail.com
34. SMEETON, DONAL D., História da Igreja, Ed. Global University, 1ª Edição no Brasil 2003. FAETAD, Campinas SP.
35. HISTÓRIA DA TORRE DE BABEL,www.historiadomundo.com.br/babilonia/torre-babel/ - acesso dia 19/05/2009.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ESTUDO DO PASTOR ELIAS RIBAS - O QUE SIGNIFICA SER SANTO

"Sede santo, por que eu sou santo” (1ª Pe 1.16; Lv 11.44; Lv 19.1, 2). “Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do SENHOR, o pão de seu Deus; portanto, serão santos” (Lv 20.6).


I. DEFINIÇÃO DO TERMO
[Santo no gr. hagios hb. Kadosh] quer dizer separado. É aquele que se separa do mal, e dedica-se ao serviço de Deus, é o ato de santificar; tornar sagrado, santo; separado do mundo e do pecado; dedicado exclusivamente para Deus; ter uma vida de santificação, ou seja, ter qualidades específicas que nos mantenham ou nos levem à separação das pessoas pecadoras que vivem longe da presença de Deus.
[Santo do Lat. Sanctitatem] Perfeição moral. Estado de quem se destaca pela natureza. Nas Sagradas Escrituras, a santidade tem dois sentidos mui distintos. 1. Separação do mal e do pecado. 2. É a dedicação completa ao serviço do Reino de Deus.
O substantivo hagiasmos, o mesmo que santificação é usado em alusão a total separação do homem para com Deus. 1ª Co 1.30, 2ª Ts 2.13, 1ª Pe 1.2, e ao curso de vida adequado aos que são separados. 1ª Ts 4.3, 4-7; Rm 6.19-22; 1ª Tm 2.15.

II. DEUS EXIGE SER SANTO
1. É um imperativo de Deus. “Sede santo, por que eu sou santo”.
Êxodo 19.5-6 “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel”.
Levítico 11.44 “Eu sou o SENHOR, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis por nenhum enxame de criaturas que se arrastam sobre a terra’.
Levítico 11.45 Eu sou o SENHOR, que vos faço subir da terra do Egito, para que eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo.
Levítico 20.6 “Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do SENHOR, o pão de seu Deus; portanto, serão santos”.
Deuteronômio 7.6-9: “Porque povo santo és ao SENHOR teu Deus; o SENHOR teu Deus te escolheu, para que lhe fosses o seu povo especial, de todos os povos que há sobre a terra. O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos; Mas, porque o SENHOR vos amava, e para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito. Saberás, pois, que o SENHOR teu Deus, ele é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos”. CLIC ABAIXO PARA CONTINUAR

sexta-feira, 3 de maio de 2013

AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ

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A seita dos “Testemunhas de Jeová”, quanto à sua doutrina, tem suas origens no Adventismo do Sétimo dia. Perturbado pela doutrina das penas eternas, tornou-se simpatizante da doutrina adventista, às quais abraçou posteriormente. Como Rssuel possui pontos de vista muito pessoais, principalmente quanto à maneira e objetivo da vinda de Cristo, não demorou haver divergência entre seus pontos de vista e os dos líderes adventistas. Em 1872, Russel lança os fundamentos do seu movimento inicialmente com o nome “Torre de Vigia de Sião” e “Arauto da Presença de Cristo”.
Alegam que o título Testemunhas de Jeová deriva de Isaías 43.10 e 44.8, mas o estudo do contexto mostra tratar-se aí de Israel. O Novo Testamento não faz alusão a testemunhas de Jeová. Os cristãos são testemunhas de Jesus (At 1.8).
Os judeus sim eram verdadeiras testemunhas de Jeová, pois estavam sobre o antigo pacto ou antigo concerto (Êx 19. 5-8). Saulo de Tarso antes de seu encontro com Cristo era um deles, e com isto era inimigo de Cristo (At 26. 9). Nós os cristãos somos testemunhas de Jesus (At 1.8; 2.32; 3.15; Ap 1.9; 2.13; 17.6).
Os Testemunhas de Jeová são uma das piores seitas falsas, também conhecida por russelitas. Crêem que integrarão o exército de Jeová que derrotará Satanás na batalha de Armagedom. Eles ensinam que Deus trino é invenção do inferno. Jesus, dizem eles, foi a primeira e a maior criação de Jeová. Negam a ressurreição corpórea de Jesus. Não existe inferno literal. Quem fizer parte dos 144.000 escolhidos de Ap 7.4; 14.1, 3 vai morar no céu. Quem for fiel, mas não fizer parte dos escolhidos, viverá para sempre no paraíso terrestre. Quem não for Testemunha de Jeová será aniquilado num momento, em Armagedom.
No estudo decorrente, mostraremos os ensinos das Testemunhas de Jeová comparando suas doutrinas á luz da Palavra de Deus. Ao analisarmos os ensinos divulgados por esta seita veremos que os Testemunhas de Jeová pregam outro evangelho (Gl 1.6-9). Um evangelho diferente daquele que Paulo pregou, conforme a sua carta de 1ª Co 15.1-6.


I. HISTÓRICO
Charles Taze Russell, o fundador do russelismo, nasceu em 1952 EUA, e morreu no ano de 1916. Seus pais eram presbiterianos. Russel pertenceu a Igreja Congregacional a seguir, à igreja Adventista. Em 1874, fundou formalmente o movimento russelita na cidade de Brooklyn, Nova York, E.U.A. Em 1879, começou a publicação do periódico Torre de Vigia de Sião, hoje chamada A Sentinela.
Russel foi infeliz. Casou-se em 1879 e por várias vezes foi levado ao tribunal, acusado pela esposa por maus tratos e também por pessoas lesadas. Em 1897 ela pediu o divórcio e provou contra ele, cruel tirania no lar, além das relações que mantinha com diversas mulheres. Ele havia isolado a esposa, afastando-a da sociedade, segundo ele, acometida de loucura.
Ele foi passível de acusações por diversos escândalos nos seus negócios. Famoso foi o escândalo do trigo milagroso. A semente foi vendida sob a garantia que produziria 200 a 250 alqueires por hectare à razão de 60 dólares o alqueire.
Quando a semente não produziu o que fora prometido Russel viu-se em aperto. Entre outros casos dele, teve a peça do algodão do milênio e do feijão milenal. Vendou-se aos domésticos da fé, uma delas para o câncer e a outra para apendicite. Os fiéis se desiludiram com seu guia (espiritual, depois de aplicar-lhes consideráveis enganos. Alguns, tão descontentes ficaram, que acusaram-no perante o tribunal).
O juiz de nome Josepf Franklin Rutherford, nos últimos julgamentos foi seu fiel discípulo, mais tarde, ele próprio preso, em Atlanta, Geórgia, por praticar mentirosas palavras. Quando Russel morreu seu manto caiu sobre Rutherford, que imediatamente começou uma campanha mais vigorosa que a de se predecessor.
Russel morreu totalmente frustrado porque suas profecias não tiveram o cumprimento esperado, mesmo após sua morte sua entidade continuou em pleno funcionamento na direção dos seus sucessores.
Seu sucessor Joseph Rutherford (1869-1942), efetuou 148 alterações doutrinárias no sistema de crença das Testemunhas de Jeová. Publicou a obra de Russel intitulada O Ministério Consumado, e o sétimo volume de Estudos das Escrituras, como meio de consolidar em torno de si o domínio e o controle da organização.
Iniciaram as testemunhas uma distribuição de folhetos e literatura de casa em casa, e o Juiz Rutherford, como gostava de ser chamado, gravou, dele mesmo, as mensagens em disco. Entre 1919 as Testemunhas de Jeová cobrirem todos os Estados Unidos, distribuindo folhetos de casa em casa, tocando discos e vendendo literaturas.
Fizeram campanha ativa na Alemanha, China, Japão, Índia, Turquia, México, Canadá, África e vários países da Europa. Em 1942, anunciaram que suas publicações haviam sido distribuídas em 88 línguas. Após a II Guerra Mundial, iniciaram então a invasão da América do Sul e chegaram até o Brasil. Uma organização definitiva só aconteceu após o ano de 1947.
Em 1929 o juiz Rutherford construiu na cidade de San Diego, na Califórnia, uma luxuosa casa, por ele denominada Besarim. No hebraico, significa “casa dos príncipes”. A casa serviu de residência para o juiz até sua morte, depois passou a ser sede das futuras diretorias e adjuntos.
Diretor atual Nathan H. Knorr. Número de Adeptos, de acordo com as Estatísticas de 1974, eram mais de 3 milhões e 200 mil adeptos espalhados em 134 países do mundo.
No Brasil instalaram-se em 1920, e têm sede em São Paulo. Seu título oficial é Sociedade da Bíblia e Tratados da Torre de Vigia.
O diretor Nathan H. Knorr é o homem mais calmo, não tão conhecido como os anteriores, mas prosseguem sem perda de tempo, proclamando suas doutrinas no mundo inteiro. Convém lembrar aos Cristãos as palavras de Jesus, em Mt 7.15 – “Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mais por dentro são lobos devoradores”. No versículo 16 diz: “pelos seus frutos os conhecereis”.

II. FALSAS PROFECIAS
1. As falas profecias de russell.
Russell profetizou que a batalha do Armagedom ocorreria em 1914. Neste ano, segundo ele, dar-se-ia também a vinda de Cristo. Mas na referida data, nada aconteceu. Depois ele mesmo refez o cálculo e estabeleceu o ano de 1915 e depois o de 1918. Como das vezes anteriores, nada aconteceu.
Profetizou que até 1914 viria um tempo de tribulação tal qual nunca houve desde que há nação para que fosse estabelecido o Reino de Deus. Os judeus seriam restaurados, os reinos gentios seriam quebrantados em pedaços como um vaso de oleiro, e os reinos deste mundo passariam para o nosso Senhor e para o seu Cristo. Nada, absolutamente, se cumpriu. Refazendo novamente seus cálculos chegou a seguinte conclusão: Jesus voltou a terra em 1914, está vivendo num lugar não revelado. Mas quando se manifestar e estabelecer o seu reino, ocupará a casa Bet-Sarim como sede do seu governo e residência real durante o milênio. Próximo da morte o juiz negou que a casa estivesse registrada em nome de Jesus Cristo e declarou que talvez ela seja ocupada por Davi, durante o Milênio.
Russel dizia em suas publicações que se tratava de data estabelecida por Jeová. Colocava-se como profeta com a mesma autoridade dos profetas da Bíblia e dos apóstolos. Falava em nome de Jeová e nada absolutamente, se cumpriu.

2. Falsas profecias de Rutherford.
Rutherford também refez o cálculo, e estabeleceu o ano de 1925 como o início do milênio. Isso também não aconteceu.

3. Falsas profecias de Knorr.
Em 1946, a organização lançou o livro “A Verdade vos Tornará Livres”, contendo a base da profecia do armagedom para 1975. Muitos venderam propriedades; outros abandonaram estudos e carreiras profissional. Nada aconteceu.
Nenhuma movimento da atualidade profetizou tão falsamente como a organização das Testemunhas de Jeová. Essa marca está presente ao longo de sua história. A Bíblia diz “Quando tal profeta falaz em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele” (Dt 18.22).

III. A BÍBLIA
Se alguém quiser envenenar uma pessoa certamente lhe ofereceria um copo de água com uma dose de estricnina? Você tomaria um copo com veneno? Certamente que não? Pois bem, os ensinos das Tjs são assim. Parecem bíblbicos. Suas literaturas sempre realçam a Bíblia. Mas, na verdade, os ensinos que divulgam são do seu fundador, Charles Taze Russell.
Dizem que ninguém pode compreender a Bíblia sem a revista a Sentinela. Não reconhecem qualquer outra versão da Bíblia. Tem versão própria chamada Tradução Novo Mundo, que foi adulterada para apoiar seus falsos ensinos.
As Testemunhas de Jeová crêem que a Bíblia inteira é a inspirada Palavra de Deus, e, em vez de aderirem a uma crença baseada na tradição humana, se apegam à Bíblia como base para todas as crenças.
Mas verificamos que não é bem assim. Sempre buscam a direção do Corpo Governante, que representa o “escravo fiel e discreto” para lhes dizer o que é certo ou errado em relação à Bíblia. Assim, não possuem a Bíblia como bússola.
Muitos Testestemunhas de Jeová adquirem outras versões da Bíblia simplesmente porque se interessam por alguns versículos para o seu trabalho de proselitismo, dando assim a impressão de que conhecem outras versões, também procuram dar a impressão de que se valem só da Bíblia para apoiar seus ensinos.

1. Tradução Novo Mundo.
Foi preparada para contrabandear as crenças pré-fabricadas da Torre de Vigia para o texto das Escrituras. É uma obra mutilada, tendenciosa, viciada e cheia de interpolações. A Bíblia Tradução Novo Mundo, não está conforme o original do grego e hebraico. Esta publicação não leva o nome universalmente conhecido de Bíblia, mas Escrituras Sagradas, a fim de suscitar polêmica e confusão.

2. Quem são os tradutores?
“Quando a Comissão da Tradução do Novo Mundo da Bíblia doou os direitos autorais da tradução realizada, ela pediu que seus membros permanecessem no anonimato […] Os tradutores não buscavam proeminência para si, mas apenas dar honra ao autor Divino das Sagradas Escrituras” [Raciocínio à base das Escrituras, p. 391].

3. A Bíblia é suficiente.
Paulo, escrevendo a Timóteo, declarou que ele sabia as Sagradas Letras que poderiam fazê-lo sábio para a salvação pela fé em Jesus Cristo (2ª Tm 3.15). Em continuação, afirma que toda a Escritura divinamente inspirada é suficiente para nos capacitar em toda boa obra (2ª Tm 3.16-17). O Espírito Santo é o Consolador que nos guia em toda a verdade (Jo 16.13, 16).

4. Distorção da Bíblia Tradução do Novo Mundo.
Os autores da TNM, declaram no prefácio da sua Bíblia que procuram fazer sua tradução ser a mais exata da possível em confronto coma as línguas originais da Bíblia. Mas as passagens abaixo não confirmam isso. Vejamos:

Bíblia Original Hebraica: “…ruwach ‘elohiym rachaph ‘al mayim” (Gn 1.2b).
Bíblia RA: “…e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas” (Gn 1.2b).
Bíblia TNM: “…e uma força ativa pairava sobre as águas” (Gn 1.2b).
No original a Palavra hebraica “ruwach” quer dizer Espírito e não “força ativa” como dizem as testemunhas-de-jeova. Eles não reconhecem o Espírito Santo com um Deus, apenas como uma força, energia. Quem for inteligente notará que os TJs, usam uma Bíblia falsificada e fora das línguas originais.
Em Mateus 4.1-3, a palavra Espírito aparece grifado com letra minúscula; Diabo e Tentador, com letra Maiúscula. A palavra Filho também aparece minúscula.
Em Mateus 27.52-53: (negação da ressurreição corporal dos santos) Apenas foram expostos fora das sepulturas os corpos, e não ressuscitados. A versão TNM diz os corpos mortos e não ressuscitados como no original grego. “Abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram; e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos”.
Em Mateus 14.33; 15.25; 28.9, 27; João 9.38 e Hebreus 1.6: usam a palavra “prestar homenagem” em vez de “adorar” a Jesus. A palavra no original grego proskuneo é sempre traduzida por “prestar homenagem” para Jesus. Mas para o Pai, Satanás e deuses falsos sempre é traduzida por “adorar”.
Mateus 27.50: eles usa a palavra “estaca de tortura” em lugar de cruz.
João 1.1: um deus falando de jesus (deus com letra minúscula refere-se a um deus falso).
O que notáveis eruditos do grego afirmam sobre João 1.1 na TNM:
Dr. Eneste C. Colwell, da universidade de Chicago: “Um nominativo defino no predicado tem o artigo quando segue o verbo; não têm o artigo quando precede o verbo […] essa declaração não pode ser considerada estranha no prólogo do evangelho que alcança seu clímax na confissão de Tome: ‘Senhor meu e Deus meu’” (Jo 20.28).
“O movimento russelita constitui a contra-ofensiva satânica frente à enorme difusão que está para dar-se das Sagradas Escrituras. A literatura russelita oferece ao mundo uma interpretação da Bíblia cuja inspiração brota das profundezas do reino das trevas”. (Os Falsos Testemunhas de Jeová, pág. 49).

5. Contradição.
“A Bíblia é um livro de organização e pertence à congregação cristã como organização, não a indivíduos, não importa quão sinceramente creiam poder interpretar a Bíblia. Por esta razão, a Bíblia não pode ser devidamente entendida, sem se ter presente a organização visível de Jeová” [A Sentinela, p. 327, 1/6/1968].
Como podemos ver, a Bíblia, para eles tem pouco valor se não for interpretada pelo escravo fiel e discreto. Como afirmam, então, que não seguem tradição humana? Chegam ao cúmulo de afirmar que as verdades que tem de anunciar são aquelas que o escravo fiel e discreto publica por intermédio da literatura da Sociedade Torre de Vigia.
“As verdades que havemos de publicar são aquelas que a organização do escravo fiel fornece, não algumas opiniões pessoais contraditórias ao que o escravo providenciou como sendo sustento conveniente” [Ibid., 164, 1952].
Russel acreditava que somente a Bíblia Sagrada não poderia dar ao homem a resposta certa sobre a vontade de Deus, começou então inserir nas escrituras textos criados por ele mesmo procurando apoio as doutrinas que ele criava. Os TJs, são assim. Parecem bíblicos. Suas literaturas sempre realçam o valor da Bíblia. Mas, na verdade, os ensinos que divulgam são do seu fundador, Charles Taze Russel.

Paradoxalmente, ensinam:
“O homem que apenas fala ao povo e expõe suas conclusões ou as opiniões de outros homens não é ‘pregador’ no sentido das Escrituras. O termo mais apropriado para designar tal individuo seria ‘charlatão’”[Riqyesas, p. 133].

IV. CONSIDERAM-SE A ÚNICA RELIGIÃO CORRETA
Quando passamos a estudar as crenças de alguma religião herética, deparamos-nos com um problema comum: elas interpretam que a análise e a critica de suas crenças não passam de uma forma de perseguição religiosa. Com as testemunhas-de-jeová não é diferente.
Criticando a Igreja Católica num artigo publicado na revista “Despertai”, um dos leitores desse periódico escreveu à Sociedade e recebeu resposta dos editores no seguinte teor: “A Igreja Católica ocupa posição muitíssimo significativa no mundo, e afirma ser o único caminho da salvação para dezenas de milhões de pessoas. Qualquer organização religiosa que assuma tal posição deve estar disposta a ser esmiuçada e criticada. Todos que criticam têm a obrigação de ser verdadeiros na apresentação dos fatos e justos e objetivos na avaliação dos mesmos”.
Ora, perguntamos: As testemunhas-de-jeová não se ufanam de pertencer à única religião verdadeira sobre a face da Terra? Não dizem: “Tenha fé na organização vitoriosa de Jeová?” Não reivindicam para si a analogia feita pelos católicos de comparar sua Igreja a Arca de Noé, fora da qual não há salvação? E o que fazem dizendo: “Foi apenas aquela única arca que sobreviveu ao dilúvio e não um sem-número de embarcações. E haverá apenas uma organização. A organização visível de Deus, que sobreviverá à ‘grande tribulação’ que rapidamente se aproxima. Você precisa pertencer à organização de Jeová e fazer a vontade de Deus, afim de receber sua bênção de vida eterna”.
Naturalmente, devemos fazer a vontade de Deus para recebermos a bênção de vida eterna, mas essa bênção de vida eterna só é encontrada em Jesus (Jo 6.66-68). Afirmar que alguém deve tornar-se membro da Torre de Vigia para obter a bênção de vida eterna é um disparate inqualificável.
Não estamos difamando a “denominação”, mas fazendo uma critica ortodoxa como o apostolo Paulo fez a igreja da galáxia: “Tornei-me, porventura, vosso inimigo, por vos dizer a verdade?” (Gl 4.16).
As testemunhas de Jeová seguem hoje falsas doutrina propagadas pelos: Arianismo, ebionismo, apolinarianismo e nesterianismo, doutrinas que são distorções da Palavra de Deus e que levam milhares de pessoas à perdição porque não aceitam um confronto com a Palavra de Deus.

V. ATIVIDADES
Suas armas prediletas é a literatura. Seus preços são os mais razoáveis possíveis. O método preferido de trabalho é o pessoal. Cada membro da seita é considerado um ministro da mesma. Andam sempre com farto material impresso. O trabalho é feito de casa em casa de modo sistemático e com grande habilidade. São insistentes. Não respeitam a fé religiosa de ninguém.
Hoje estão usando o livro Conhecimento que conduz à vida eterna como um manual para as pessoas que aceitam o convite para o estudo da Bíblia. Este estudo é feito na residência da família. As pessoas, quando recebem a visita das TJs, pensam que estão estudando a Bíblia, mas na verdade, estão estudando as doutrinas ensinadas pela seita. As perguntas são feitas pelo instrutor e as resposta de cada páginas são lidas pelos aprendizes e, por fim, vão à Bíblia para apoiar seus ensinos como se fossem bíblicos.

VI. CONCEITUAÇÃO
Os testemunhas de Jeová afirmam que são uma sociedade organizada inteiramente religiosa, que seus membros aceitam como seus princípios de crença a santa Bíblia, conforme afirmação de Russel.
“A organização visível de Deus hoje recebe orientação e direção teocrática. Na sede das Testemunhas de Jeová em Brooklyn, Nova Yorque, existe um corpo governante de anciãos cristãos de várias partes da terra que dão a necessária supervisão às atividades mundiais do povo de Deus. Este corpo é composto de membros do escravo fiel a discreto. Serve qual porta-voz do escravo fiel”.
A seita Testemunha de Jeová é falsa, por ser anti-bíblica e anticristã. Anti-bíblica porque fundamenta-se em doutrinas bíblicas falsificadas ou forjadas, e, anticristã porque nega abertamente a divindade de Cristo. Torcem por completo o ensino da Segunda vinda de Cristo, conforme Ele mesmo ensinou, dizendo que Ele voltou em 1914, estabeleceu seu reino espiritualmente e está agora no céu.

VII. SÃO CONTRA O MINISTÉRIO E RELIGIÕES ORGANIZADAS
Ensinam que as igrejas organizadas, com pastores, recebendo os seus salários, pelo trabalho realizado no ministério da Palavra, conduzindo cultos dominicais, são coisas que vem diretamente do diabo.
No livro ‘Seja Deus Verdadeiro’ escrevem: “Jesus Cristo está vivo pelo século dos séculos, e não necessita de homem na terra como cabeça visível da congregação, como representante, pessoal de Cristo” (Ap 1.18).
Afirmam que Jesus vive no céu e se utiliza do Espírito Santo para dirigir a congregação aqui na Terra (João 15.26).
Se os Testemunhas de Jeová não necessitam de homem na terra como representantes de Deus, então eu pergunto: por que elas afirmar que as verdades que tem de anunciar são aquelas que o escravo fiel e discreto publica por intermédio da literatura da Sociedade Torre de Vigia.
Se eles crêem que a Bíblia é uma inspiração divina deveriam ler os ensinos do apóstolo Paulo: “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4.11-15).
Podemos notar que Ele mesmo (Jesus), distribuiu entre Sua igreja, cinco ministérios para edificação do Seu corpo, que são: Apóstolo, profeta, evangelista, pastores e mestres.
Primeiro Deus nos chama para a salvação (Mt 11.27) e segundo, Ele nos vocaciona para Sua obra, ou seja, para o trabalho de Sua ceara (Jo 4.34-38). Portanto, os que trabalham no Evangelho devem viver do Evangelho. É isso que Paulo diz na carta de 1ª Co 9.4-7, 13-14: “Não temos nós o direito de comer e beber? 5 E também o de fazer-nos acompanhar de uma mulher irmã, como fazem os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? 6 Ou somente eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? 7 Quem jamais vai à guerra à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?13 Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? 14 Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho”. “Pois a Escritura declara: Não amordaces o boi, quando pisa o trigo. E ainda: O trabalhador é digno do seu salário (1ª Tm 5.18). “O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a participar dos frutos” (2ª Tm 2.6).
Viver do Evangelho é o direito dos que pregam o Evangelho. Isto Paulo prova pela analogia da vida social, no caso do soldado e do lavrador. O lavrador concede ao boi o direito de comer o grão que trilha. Pelo exemplo dos demais ministros da Palavra que, ministrando coisas espirituais, recebem daqueles a quem serviam coisas materiais. E pelo exemplo do sacerdócio que, servindo o altar, participava do altar. Com estes argumentos chega à conclusão: “Assim ordenou o Senhor aos que anunciam o Evangelho, que vivam do evangelho”.

VIII. CANAL DE COMUNICAÇÃO
O líder dessa “religião” é considerado ou considera-se a si mesmo “canal de comunicação de Deus” com os homens.
“Jeová Deus proveu também sua organização visível, seu escravo fiel e discreto, composto dos ungidos com o espírito, para ajudar os cristãos na sua vida. A menos que estejamos em contato com este canal de comunicação usado por Deus, não avançaremos na estrada da vida, não importa o quanto leiamos a Bíblia” [A Sentinela, p. 27, 1/8/1982].
É pela literatura que o suposto canal de comunicação de Deus com os homens é mantido aberto.
Importante é saber que os TJs condenam os pastores que recebem uma ajuda de custo pelo trabalho de evangelização. Porém, eles usam seus adeptos para vender suas literaturas de casa em casa, para sustentar a organização Torre de Vigia; o escravo fiel e discreto.
São obrigados a venderem suas literaturas, pois vivem sob pressão, caso não atinjam o limite suficiente de literatura, serão rebaixados a classe de servos maus ou negligentes.

IX. OS FALSOS ENSINOS DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
Declaração: “Não existe tal coisa como “religião cristã”, pois toda religião procede do inimigo de Deus, o diabo. ‘Religião Cristã’ é um nome trocado, fraudulento e deceptivo” [Inimigos, p. 111].
Contradição: “A religião verdadeira precisa harmonizar-se em todos os sentidos e todos os seus ensinos precisam estar em plena harmonia com a Palavra de Deus. Só assim pode tal religião ser realmente agradável a Jeová de Deus. Não são muitas as religiões que satisfazem a esses requisitos” [A verdade que conduz à vida eterna, p. 130].

1. Sobre filiar-se a uma organização religiosa.
Declaração: “Para se colocar ao lado de Jeová não é preciso filiar-se a nenhuma organização humana, porém, em secreto, dentro de seu lar devotar-se a Deus e a seu Reino, regido por Cristo” [Jeová, p. 25].
Contradição: “O melhor modo de fazer isso é assistir às reuniões no salão do Reino das Testemunhas de Jeová. Assim poderá observar por si mesmo como funciona a organização e como os associados com ela aplicam a Palavra de Deus na sua própria vida” [A verdade que conduz à vida eterna, p. 130].

2. Sobre o casamento dos ressuscitados durante o Milênio.
Declaração. “Casarão os que forem despertados da morte durante a ressurreição geral e tomarão parte no cumprimento do mandato divino? Não, se for um dentre a humanidade cuja esperança é viver na terra, sob a regência do reino celestial de Deus” [Despertai, p. 27-8, 22/2/1975].
Contradição: “Mas que dizer dos que são trazidos de volta dos mortos para viver na terra? Serão reunidos com seus cônjuges anteriores? Nenhuma declaração na Bíblia indica que será assim. Portanto, se alguém decidir casar-se agora de novo, não precisa preocupar-se com o efeito que isso possa ter no futuro sobre o cônjuge ressuscitado. Se o celibato não for para ele, não precisa lutar para mantê-lo, na esperança de ser reunidos em casamento com seu cônjuge anterior, na ressurreição. Certamente, pois uma bondade da parte de Deus não exigir que as anteriores relações maritais vigorem no tempo da ressurreição da pessoa, conforme afirmaram erroneamente os saduceus” [É esta vida tudo o que há, p. 178-9].

Pr. Elias Ribas

FONTE DE PESQUISA
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5. BÍBLIA SHEDD, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil – 2ª Edição, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
6. BÍBLIA DE ESTUDO PLENITUDE, Traduzida por João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida, 1995, Sociedade Bíblica do Brasil, Barueri, SP.
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